CFOP 1652: Compra de combustível ou lubrificante para comercialização

O CFOP 1652 registra a compra de combustíveis ou lubrificantes destinados à revenda. As empresas usam esse código em notas fiscais de entrada quando pretendem comercializar a mercadoria.

Para que serve o CFOP 1652

Primeiramente, o CFOP 1652 indica que a empresa adquiriu combustível ou lubrificante com finalidade de revenda. Ou seja, o produto não atende ao consumo interno.

Além disso, postos de combustíveis, distribuidoras e revendedores de lubrificantes utilizam esse CFOP com frequência. Portanto, ele faz parte da rotina fiscal desse segmento.

Quais produtos se enquadram nesse CFOP

O CFOP 1652 abrange combustíveis e lubrificantes. Entre os exemplos mais comuns estão gasolina, diesel, etanol e óleos lubrificantes.

Em seguida, vale reforçar que esse código não se aplica a outros tipos de mercadoria. Nesses casos, a empresa precisa escolher um CFOP compatível com o produto e a operação.

Natureza da operação do CFOP 1652

O CFOP 1652 representa uma operação de entrada de mercadoria. Normalmente, a compra ocorre dentro do mesmo estado, já que o código começa com o número “1”.

Consequentemente, a empresa registra a aquisição de produtos de terceiros. O estoque recebe a mercadoria com foco na venda futura.

CFOP 1652

Diferença entre CFOP 1652 e CFOP 1653

Por outro lado, o CFOP 1652 não se confunde com o CFOP 1653. O CFOP 1653 atende às compras de combustível destinadas ao consumo próprio.

Portanto, a finalidade da compra define o código correto. Sempre que houver revenda, a empresa deve aplicar o 1652.

Exemplo prático de uso do CFOP 1652

Em um exemplo prático, um posto de gasolina compra diesel de uma distribuidora localizada no mesmo estado. Em seguida, o posto vende esse combustível aos clientes finais.

Nesse cenário, a nota fiscal de entrada utiliza o 1652. Dessa forma, o Fisco identifica corretamente a finalidade da operação.

Por que usar o CFOP correto é importante

O uso correto do CFOP 1652 evita inconsistências fiscais. Além disso, a empresa reduz o risco de rejeições e autuações.

Em alguns casos, os sistemas da SEFAZ validam a nota automaticamente. Assim, a escrituração fiscal permanece organizada e em conformidade.

Escrito em: 02/12/25
<a href="https://blog.nfemais.com.br/author/rafaela/" target="_self">Rafaela Konze</a>

Rafaela Konze

Rafaela Konze é analista de marketing e SEO na Zipline Tecnologia. Especialista em criação de conteúdo e estratégias de crescimento orgânico, escreve sobre gestão, empreendedorismo e tecnologia nos blogs do eGestor e do NFe+. Teste gratuitamente em eGestor e NFE+.

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