Rejeição 528: Valor do ICMS difere do produto BC e Alíquota

O que é a rejeição 528?

A rejeição 528 acontece por um erro de cálculo no valor do ICMS. Isso ocorre porque o valor informado na nota não corresponde ao resultado da base de cálculo multiplicada pela alíquota. Por causa disso, a SEFAZ rejeita a nota fiscal e, consequentemente, o documento não tem validade. Dessa forma, a operação comercial fica parada até a correção dos valores.

Por que a rejeição 528 ocorre?

De forma simples, esse erro acontece porque existe uma inconsistência no cálculo do ICMS. Isso porque a SEFAZ sempre confere se o valor informado bate com a fórmula:

ICMS = Base de cálculo x Alíquota

Logo, quando os números não coincidem, a rejeição é emitida. Geralmente, isso pode ocorrer em situações como:

  • Digitação incorreta do valor de ICMS.
  • Uso de alíquota errada no emissor.
  • Divergência entre o cálculo manual e o cálculo automático do sistema.
  • Problemas de arredondamento ou parametrização no software emissor.

Em resumo, sempre que a soma não confere, a SEFAZ bloqueia a autorização da nota.

rejeição 528

Como resolver a rejeição 528?

Para resolver a rejeição 528, basta seguir alguns passos simples:

  1. Primeiro, reveja os valores informados.
    Confira a base de cálculo, a alíquota aplicada e o valor do ICMS gerado.
  2. Em seguida, refaça o cálculo.
    Multiplique a base de cálculo pela alíquota para verificar se o resultado confere.
  3. Depois, corrija os dados no emissor.
    Ajuste a alíquota ou o valor do ICMS, conforme o cálculo correto.
  4. Finalmente, reemita a NF-e. Transmita novamente a nota fiscal.
    Após a correção, a SEFAZ deve autorizar sem problemas.

Conclusão sobre rejeição 528

Em resumo, a rejeição 528 surge sempre que o valor do ICMS não corresponde à base de cálculo e à alíquota. Felizmente, esse erro pode ser evitado. Para isso, é fundamental revisar os valores antes de emitir a NF-e, manter o emissor atualizado e configurar corretamente as alíquotas. Dessa maneira, a empresa garante notas fiscais corretas e operações sem atrasos.

Escrito em: 12/08/25

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