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  <title>Blog do NFE+ | Emissor de Notas Fiscais Gratuito</title>
  <subtitle>Últimos posts de Blog do NFE+ | Emissor de Notas Fiscais Gratuito.</subtitle>
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  <updated>2026-08-31T09:57:13-03:00</updated>
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    <title>Como emitir Nota Fiscal sendo MEI: Passo a Passo</title>
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    <updated>2026-08-12T11:54:24-03:00</updated>
    <published>2026-08-12T11:54:23-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="Nota fiscal"/>
    <summary type="text">Descubra como emitir nota fiscal sendo MEI: quando é obrigatória, passo a passo, erros comuns e o que fazer depois de emitir a primeira nota.</summary>
    <content type="html">&lt;p&gt;Abrir um MEI (Microempreendedor Individual) costuma ser o primeiro passo de quem decide formalizar o próprio negócio no Brasil. Logo depois de obter o CNPJ, uma das dúvidas mais comuns é sobre a emissão de notas fiscais: quando ela é obrigatória, como emitir corretamente a nota fiscal sendo MEI e o que fazer com esse documento no dia a dia da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste guia, você vai entender essas etapas e descobrir o que fazer depois de emitir sua primeira nota fiscal para continuar crescendo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/08/blake-wisz-GFrBMipOd_E-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;MEI aprendendo a emitir nota fiscal para clientes&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-e-o-mei-e-por-que-a-nota-fiscal-importa&quot;&gt;O que é o MEI e por que a nota fiscal importa?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O MEI é o regime tributário mais simples do país, criado para formalizar pequenos empreendedores que faturam dentro do limite anual estabelecido por lei. Mesmo sendo simplificado, o MEI tem obrigações fiscais, e a nota fiscal é uma das principais delas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nota fiscal comprova a venda de um produto ou a prestação de um serviço, garante segurança jurídica tanto para o empreendedor quanto para o cliente e evita problemas com a Receita Federal, com a prefeitura ou com a Sefaz do estado. Ignorar essa obrigação pode gerar multa e, em casos de reincidência, até o cancelamento do &lt;a href=&quot;https://blog.egestor.com.br/portal-do-empreendedor/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;CNPJ MEI&lt;/a&gt;. Por isso, entender quando e como emitir esse documento é essencial para manter o negócio regularizado.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-o-mei-e-obrigado-a-emitir-nota-fiscal&quot;&gt;Quando o MEI é obrigado a emitir nota fiscal?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A obrigatoriedade da nota fiscal para o MEI varia de acordo com quem está do outro lado da venda.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;venda-ou-servico-para-pessoa-juridica&quot;&gt;Venda ou serviço para pessoa jurídica&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Quando o MEI vende um produto ou presta um serviço para uma empresa, a emissão da nota fiscal é obrigatória, com poucas exceções previstas em lei. A empresa compradora costuma exigir esse documento para registrar a despesa e cumprir as próprias obrigações fiscais.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;venda-ou-servico-para-pessoa-fisica&quot;&gt;Venda ou serviço para pessoa física&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Quando o cliente é uma pessoa física, a nota fiscal não é obrigatória na maioria dos casos, mas é recomendada. Ela profissionaliza o atendimento, facilita eventuais trocas ou garantias e ajuda o empreendedor a manter o controle real do faturamento, o que é importante para não ultrapassar o limite anual do MEI sem perceber.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para entender as regras com mais detalhe, incluindo prazos de guarda dos documentos e as particularidades de cada tipo de operação, vale a leitura deste guia sobre &lt;a href=&quot;https://blog.egestor.com.br/nota-fiscal-para-mei-entenda-como-elas-funcionam/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;nota fiscal para MEI&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;nota-fiscal-de-produto-ou-de-servico-qual-emitir&quot;&gt;Nota fiscal de produto ou de serviço: qual emitir&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Antes de escolher o emissor, é importante saber qual tipo de nota fiscal se aplica ao seu MEI, porque o documento e o órgão responsável mudam de acordo com a atividade.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;nf-e-para-quem-vende-produtos&quot;&gt;NF-e, para quem vende produtos&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Se o seu MEI trabalha com a venda de mercadorias, a nota exigida é a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) ou, em vendas presenciais a consumidor final, a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), dependendo da regra do estado. A emissão é feita pela Sefaz e depende do &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop/&quot;&gt;CFOP&lt;/a&gt; correto para cada tipo de operação, como venda, devolução ou remessa.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;nfs-e-para-quem-presta-servicos&quot;&gt;NFS-e, para quem presta serviços&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Já quem presta serviços emite a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e), controlada pela prefeitura do município onde o MEI está registrado. Cada prefeitura tem seu próprio sistema e sua própria lista de códigos de serviço, então vale confirmar as regras específicas da sua cidade antes da primeira emissão.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;atividades-mistas&quot;&gt;Atividades mistas&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Alguns MEIs vendem produtos e também prestam serviços dentro da mesma atividade. Nesses casos, pode ser necessário emitir os dois tipos de nota, cada um no sistema correspondente, de acordo com a natureza de cada venda realizada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/08/nota-fisca.jpg-800.webp&quot; alt=&quot;MEI identificando o tipo de nota fiscal a ser emitida e o passo a passo a seguir&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;414&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-voce-precisa-antes-de-emitir-a-nota-fiscal&quot;&gt;O que você precisa antes de emitir a nota fiscal?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Antes de emitir a primeira nota, vale reunir as seguintes informações para evitar retrabalho:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;CNPJ do MEI e dados cadastrais atualizados na Receita Federal;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Inscrição municipal, para quem presta serviço, ou inscrição estadual, para quem vende produtos, quando exigida pelo município ou pelo estado;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Dados do cliente, como CPF ou CNPJ, nome completo ou razão social e endereço;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Descrição clara do produto vendido ou do serviço prestado, com valor e quantidade;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Código de serviço, para nota fiscal de serviço, ou CFOP, para nota fiscal de produto.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Ter esses dados organizados desde o início reduz bastante a chance de erros que levam à rejeição da nota pela prefeitura ou pela Sefaz.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;passo-a-passo-para-emitir-a-nota-fiscal-sendo-mei&quot;&gt;Passo a passo para emitir a nota fiscal sendo MEI&lt;/h2&gt;
&lt;h3 id=&quot;secao-1-escolha-um-emissor-de-nota-fiscal&quot;&gt;1. Escolha um emissor de nota fiscal&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O primeiro passo é decidir onde emitir. A prefeitura, para serviços, ou a Sefaz do seu estado, para produtos, costuma oferecer um emissor gratuito. Existem também sistemas online dedicados a facilitar esse processo, com interface mais simples e recursos como o preenchimento automático de dados já cadastrados em emissões anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;secao-2-cadastre-e-mantenha-seus-dados-atualizados&quot;&gt;2. Cadastre e mantenha seus dados atualizados&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Com o emissor escolhido, cadastre os dados do seu MEI e revise essas informações sempre que houver alguma mudança, como novo endereço ou nova atividade. Isso agiliza a emissão de notas futuras, já que boa parte dos dados fica salva.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;secao-3-preencha-as-informacoes-da-venda-ou-do-servico&quot;&gt;3. Preencha as informações da venda ou do serviço&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Informe os dados do cliente, a descrição do produto ou serviço, a quantidade, o valor unitário e o código correspondente, seja o CFOP ou o código de serviço. Atenção redobrada nesse momento evita as rejeições mais comuns, como códigos incompatíveis com a operação realizada.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;secao-4-revise-e-emita-a-nota&quot;&gt;4. Revise e emita a nota&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Antes de confirmar, revise todos os campos preenchidos. Um erro simples, como um CPF digitado errado ou uma descrição incompleta, pode gerar rejeição do documento ou, pior, problemas depois com o cliente ou com o Fisco. Depois da revisão, emita a nota normalmente.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;secao-5-entregue-a-nota-ao-cliente-e-guarde-uma-copia&quot;&gt;5. Entregue a nota ao cliente e guarde uma cópia&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Envie o documento por e-mail ou entregue impresso, conforme combinado com o cliente. Guarde uma cópia própria, física ou digital, pelo prazo mínimo exigido pela legislação, geralmente de cinco anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/08/simon-kadula-gkndM1GvSA-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;MEI revisando a nota fiscal para entregar ao cliente e guardar sua cópia&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;erros-comuns-que-o-mei-comete-ao-emitir-nota-fiscal&quot;&gt;Erros comuns que o MEI comete ao emitir nota fiscal&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Alguns erros aparecem com frequência entre quem está começando a emitir notas fiscais:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Usar o CFOP ou o código de serviço errado para o tipo de operação realizada;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Deixar de emitir a nota para pessoa jurídica, o que pode gerar cobrança retroativa de tributos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Não guardar cópia organizada dos documentos emitidos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Perder o controle do faturamento total e ultrapassar o limite do MEI sem perceber;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Emitir NF-e quando o correto seria NFS-e, ou o contrário, misturando as obrigações de produto e de serviço.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Manter uma rotina simples de emissão e conferência ajuda a evitar praticamente todos esses problemas antes que eles se tornem uma dor de cabeça maior. Uma boa prática é revisar mensalmente as notas emitidas, comparando com os recebimentos, para confirmar que nada ficou de fora do controle.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;depois-de-emitir-a-nota-fiscal-os-proximos-passos-para-o&quot;&gt;Depois de emitir a nota fiscal: os próximos passos para o seu negócio&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Emitir a nota fiscal corretamente é apenas uma parte da gestão de um MEI saudável. Depois de colocar essa obrigação em dia, vale olhar para dois pontos que costumam determinar se o negócio vai crescer ou ficar estagnado: organização financeira e divulgação.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;organize-as-financas-do-seu-mei&quot;&gt;Organize as finanças do seu MEI&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Com as notas fiscais emitidas, é importante acompanhar de perto as entradas, as saídas e o faturamento acumulado no ano. Sistemas de gestão financeira, como o &lt;a href=&quot;https://egestor.com.br/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;eGestor&lt;/a&gt;, ajudam a centralizar esse controle, gerar relatórios e evitar surpresas na hora de declarar o Simples Nacional.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;divulgue-seu-negocio-nas-redes-sociais&quot;&gt;Divulgue seu negócio nas redes sociais&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Ter a papelada em ordem não vende sozinho. Depois de organizar a parte fiscal, o próximo passo natural é aumentar a visibilidade do negócio, e o Instagram continua sendo um dos canais mais usados por pequenos empreendedores para isso. Ferramentas de agendamento, como o guia de como &lt;a href=&quot;https://prontopost.com.br/blog/como-agendar-post-no-instagram&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;agendar posts no Instagram&lt;/a&gt; do ProntoPost, ajudam a manter uma presença constante nas redes sem depender de publicar tudo manualmente todos os dias.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Emitir nota fiscal sendo MEI não precisa ser complicado. Basta entender quando o documento é obrigatório, reunir as informações corretas antes de emitir e seguir o passo a passo com atenção aos detalhes que mais geram rejeição. Depois de colocar essa rotina em dia, direcione energia para os dois pontos que fazem o negócio crescer de verdade: manter as finanças organizadas e aumentar a presença do MEI nas redes sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://prontopost.com.br/cadastro?origem=nav&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bn-prontopost.png-650.webp&quot; alt=&quot;ProntoPost - seu Instagram sempre ativo sem você fazer nada&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;perguntas-frequentes-sobre-nota-fiscal-para-mei&quot;&gt;Perguntas frequentes sobre Nota Fiscal para MEI&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;**O MEI pode emitir nota fiscal para pessoa física?**Sim. Não é obrigatório na maioria dos casos, mas é permitido e recomendado, principalmente para manter o controle do faturamento e profissionalizar o atendimento ao cliente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**Quanto custa emitir nota fiscal sendo MEI?**A emissão pelos sistemas oficiais da prefeitura ou da Sefaz costuma ser gratuita. Alguns sistemas privados oferecem planos pagos com recursos adicionais, mas também existem opções gratuitas para quem emite poucas notas por mês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**O que acontece se o MEI não emitir nota fiscal quando deveria?**O MEI pode ser autuado e receber multa, além de correr o risco de pagar tributos retroativos sobre as vendas não documentadas. Em casos de reincidência, o CNPJ MEI também pode ser cancelado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**Por quanto tempo o MEI precisa guardar as notas fiscais emitidas?**O prazo recomendado é de cinco anos, período em que a Receita Federal e outros órgãos podem solicitar a documentação fiscal para conferência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**É possível corrigir uma nota fiscal emitida com erro?**Depende do tipo de erro. Alguns podem ser corrigidos com uma carta de correção, enquanto erros mais graves, como valor ou destinatário incorretos, exigem o cancelamento da nota e a emissão de uma nova, sempre dentro do prazo permitido pela Sefaz ou pela prefeitura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**O MEI precisa emitir nota fiscal de produto e de serviço no mesmo sistema?**Não. A NF-e, para produtos, é controlada pela Sefaz do estado, enquanto a NFS-e, para serviços, é controlada pela prefeitura do município. Cada uma tem seu próprio emissor, seu próprio cadastro e suas próprias regras, então quem trabalha com os dois tipos de operação precisa acompanhar os dois sistemas separadamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/08/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;Emita suas notas fiscais de forma mais simples e gratuita - NFe+&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>CFOP 6108: o que é, DIFAL, exemplos e diferença para 6102, 6107 e 5108</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/cfop-6108-venda-de-mercadorias-adquiridas-ou-recebidas-de-terceiros-destinadas-a-nao-contribuintes-de-icms/</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="https://blog.nfemais.com.br/cfop-6108-venda-de-mercadorias-adquiridas-ou-recebidas-de-terceiros-destinadas-a-nao-contribuintes-de-icms/"/>
    <updated>2026-08-28T16:46:41-03:00</updated>
    <published>2026-05-07T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="CFOP"/>
    <summary type="text">CFOP 6108: saiba o que é, quando usar em vendas interestaduais para não contribuintes de ICMS e como processar notas fiscais com ele.</summary>
    <content type="html">&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;CFOP 6108 — Venda de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, destinadas a não contribuintes de ICMS.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;CFOP 6108&lt;/strong&gt; é o código fiscal usado quando uma empresa &lt;strong&gt;revende um produto que comprou de terceiros&lt;/strong&gt; (não fabricou) para um cliente em &lt;strong&gt;outro estado&lt;/strong&gt; que &lt;strong&gt;não é contribuinte do ICMS&lt;/strong&gt; — caso típico de pessoa física, MEI sem inscrição estadual, ou empresa de serviços sem IE. Em outras palavras: e-commerce vendendo para consumidor final fora do estado, distribuidora atendendo cliente final em outra UF, ou loja online despachando produto para qualquer pessoa física do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este código é especialmente relevante para quem opera &lt;strong&gt;e-commerce, marketplaces e vendas online&lt;/strong&gt; — onde a maior parte das vendas é interestadual e direcionada a consumidor final pessoa física. Saber usar o CFOP 6108 corretamente é parte do operacional fiscal básico desse tipo de negócio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E há um detalhe que muitos vendedores ignoram: operações com CFOP 6108 envolvem o &lt;strong&gt;DIFAL (Diferencial de Alíquota)&lt;/strong&gt;, tributo que precisa ser recolhido pelo vendedor — abordamos esse ponto em detalhe mais à frente.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;o-que-significa-o-cfop-6108&quot;&gt;O que significa o CFOP 6108?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Como qualquer &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop/&quot;&gt;CFOP&lt;/a&gt;, o 6108 é composto por 4 dígitos com significados específicos:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;6&lt;/strong&gt; — saída de mercadoria, para outro estado (operação interestadual);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt; — operações de venda, transferência ou prestação de serviço;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;08&lt;/strong&gt; — venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada a não contribuinte do ICMS.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/07/fin-0rHxkbcvQAE-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;CFOP 6108 — venda interestadual para não contribuinte&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1567&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-usar-o-cfop-6108&quot;&gt;Quando usar o CFOP 6108?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Use o CFOP 6108 quando os &lt;strong&gt;três fatores&lt;/strong&gt; abaixo estiverem presentes ao mesmo tempo:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Mercadoria adquirida de terceiros (revenda):&lt;/strong&gt; sua empresa não fabricou o produto, comprou pronto do fornecedor para revender;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Operação interestadual:&lt;/strong&gt; o cliente está em estado diferente do seu;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Destinatário não contribuinte de ICMS:&lt;/strong&gt; cliente sem Inscrição Estadual ou que não recolhe ICMS — geralmente pessoa física, MEI, empresa de serviço sem IE.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;h3 id=&quot;exemplos-praticos&quot;&gt;Exemplos práticos&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Loja de roupas em São Paulo vende uma camiseta (que comprou de fornecedor) para um cliente pessoa física no Rio Grande do Sul;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;E-commerce em Minas Gerais despacha um livro (revenda) para consumidor no Ceará;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Distribuidora de eletrônicos no Paraná vende um smartphone para uma escola particular sem IE em Goiás;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Loja virtual em Santa Catarina envia produto para um MEI no Rio de Janeiro (sem IE).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3 id=&quot;quando-nao-usar-o-cfop-6108&quot;&gt;Quando NÃO usar o CFOP 6108&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Cliente é &lt;strong&gt;contribuinte de ICMS&lt;/strong&gt; em outro estado (com IE, vai revender) — usar &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-6102-venda-de-mercadoria-adquirida-ou-recebida-de-terceiros/&quot;&gt;CFOP 6102&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Você é o &lt;strong&gt;fabricante&lt;/strong&gt; e o cliente é não contribuinte em outro estado — usar &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-6107-venda-de-producao-do-estabelecimento-destinada-a-nao-contribuinte/&quot;&gt;CFOP 6107&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cliente está no &lt;strong&gt;mesmo estado&lt;/strong&gt; e é não contribuinte — usar &lt;strong&gt;CFOP 5108&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cliente está no mesmo estado e é contribuinte — usar &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-5102/&quot;&gt;CFOP 5102&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;cfop-6108-vs-6102-vs-6107-vs-5108-comparativo-direto&quot;&gt;CFOP 6108 vs 6102 vs 6107 vs 5108: comparativo direto&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Esses quatro códigos são facilmente confundidos. A tabela a seguir esclarece:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;table-wrap&quot;&gt;&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;CFOP&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Origem do produto&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Destino&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Cliente é contribuinte?&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;DIFAL?&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-5102/&quot;&gt;5102&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Adquirido de terceiros&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Mesmo estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Sim (com IE)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Não (intra-estadual)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;5108&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Adquirido de terceiros&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Mesmo estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Não (sem IE)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Não (intra-estadual)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-6102-venda-de-mercadoria-adquirida-ou-recebida-de-terceiros/&quot;&gt;6102&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Adquirido de terceiros&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Outro estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Sim (com IE)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Não (paga ICMS-ST se houver)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;6108&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Adquirido de terceiros&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Outro estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Não (sem IE)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Sim — vendedor recolhe&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-6107-venda-de-producao-do-estabelecimento-destinada-a-nao-contribuinte/&quot;&gt;6107&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Produção própria&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Outro estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Não (sem IE)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Sim — vendedor recolhe&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 6108 e o 6107 são &quot;primos&quot; — ambos para venda interestadual a não contribuinte. A diferença está na origem (revenda × produção própria). E ambos envolvem o DIFAL.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;difal-o-tributo-crucial-do-cfop-6108&quot;&gt;DIFAL: o tributo crucial do CFOP 6108&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;DIFAL (Diferencial de Alíquota do ICMS)&lt;/strong&gt; é o ponto técnico mais importante de quem emite NF-e com CFOP 6108. A Emenda Constitucional 87/2015 instituiu o DIFAL, e a Lei Complementar 190/2022 o regulamentou. A lógica, portanto, é simples: quando uma mercadoria é vendida de um estado para outro com destino a um &lt;strong&gt;não contribuinte&lt;/strong&gt;, o ICMS é &lt;strong&gt;partilhado entre o estado de origem e o estado de destino&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;como-funciona-o-calculo-do-difal&quot;&gt;Como funciona o cálculo do DIFAL?&lt;/h3&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;O &lt;strong&gt;ICMS interestadual&lt;/strong&gt; (7% ou 12%, conforme a região) fica para o &lt;strong&gt;estado de origem&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A &lt;strong&gt;diferença&lt;/strong&gt; entre a alíquota interna do estado de destino (geralmente 17% a 22%) e a alíquota interestadual fica para o &lt;strong&gt;estado de destino&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Quem é responsável por recolher o DIFAL ao estado de destino é o &lt;strong&gt;vendedor&lt;/strong&gt; — não o cliente.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;h3 id=&quot;aliquotas-interestaduais&quot;&gt;Alíquotas interestaduais&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;7%&lt;/strong&gt; — quando a operação parte das regiões Sul ou Sudeste (exceto ES) com destino ao Norte, Nordeste, Centro-Oeste ou Espírito Santo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;12%&lt;/strong&gt; — demais operações interestaduais;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;4%&lt;/strong&gt; — para mercadorias importadas (com algumas regras específicas de Conteúdo de Importação).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3 id=&quot;como-recolher-o-difal&quot;&gt;Como recolher o DIFAL?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O vendedor recolhe o DIFAL por meio da &lt;strong&gt;GNRE (Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais)&lt;/strong&gt;, antes de enviar a mercadoria ou conforme regra específica de cada estado. O comprovante de recolhimento deve acompanhar a mercadoria durante o transporte. Empresas com volume alto de vendas interestaduais podem se inscrever como contribuinte substituto no estado de destino e recolher mensalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Importante para empresas no Simples Nacional:&lt;/strong&gt; a obrigatoriedade do DIFAL para optantes pelo Simples passou por idas e vindas legais — STF e LC 190/2022 trouxeram regras específicas. Para casos concretos, sempre confira a regulamentação vigente do seu estado e consulte um contador.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;exemplo-pratico-emissao-de-nf-e-com-cfop-6108-e-difal&quot;&gt;Exemplo prático: emissão de NF-e com CFOP 6108 e DIFAL&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cenário:&lt;/strong&gt; uma loja virtual de eletrônicos em São Paulo (origem) vende um celular por R$ 1.000 para um consumidor pessoa física em Pernambuco (destino).&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;SP → PE = região Sudeste para Nordeste, alíquota interestadual = &lt;strong&gt;7%&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Alíquota interna de PE para eletrônicos (exemplo) = &lt;strong&gt;20,5%&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;DIFAL = 20,5% − 7% = &lt;strong&gt;13,5%&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;table-wrap&quot;&gt;&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Campo da NF-e&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Valor&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Natureza da operação&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Venda interestadual a não contribuinte&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;CFOP&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;6108&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;NCM (celular)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;8517.13.00&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;CSOSN (Simples) ou CST&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;102 / 60 (conforme regime e ST)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Valor do produto&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 1.000,00&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;ICMS interestadual (7% — fica em SP)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 70,00&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;DIFAL (13,5% — recolhido para PE)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 135,00&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Valor total da nota&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 1.000,00 + DIFAL recolhido em GNRE&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Sistemas modernos de emissão fiscal calculam automaticamente alíquotas interestaduais, internas do destino e DIFAL — eliminando o risco de erro manual. Quem opera com planilhas ou sistemas legados precisa fazer essa conta produto a produto, estado a estado.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-dar-entrada-no-cfop-6108&quot;&gt;Como dar entrada no CFOP 6108?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Quando você (como destinatário) recebe uma nota fiscal emitida com CFOP 6108, significa que comprou mercadoria de fornecedor em outro estado e a operação foi tratada como venda a não contribuinte. Para registrar a entrada, use:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CFOP 2556 — Compra de material para uso ou consumo:&lt;/strong&gt; caso mais comum. Para registro de mercadoria adquirida para uso interno da empresa (material de escritório, equipamentos, etc.).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CFOP 2102 — Compra para comercialização:&lt;/strong&gt; porém, esse caso é menos comum nesse cenário, já que o 6108 indica venda a não contribuinte. Se você vai revender e recebeu uma nota com 6108, vale verificar com o fornecedor se o CFOP de saída está correto — talvez devesse ter sido 6102.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;quem-pode-usar-o-cfop-6108&quot;&gt;Quem pode usar o CFOP 6108?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Qualquer empresa que faça venda interestadual de produtos adquiridos de terceiros, com destino a cliente sem Inscrição Estadual. Os perfis típicos:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;E-commerces e marketplaces:&lt;/strong&gt; a maior parte das vendas online cai nesse perfil — pessoa física comprando de fora do estado;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Distribuidoras com vendas diretas a consumidor final em outros estados&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Lojas físicas com canal online&lt;/strong&gt; que despacham para todo o Brasil;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Empresas de serviços que também revendem produtos&lt;/strong&gt; a clientes não contribuintes em outros estados;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Indústrias que revendem produtos de terceiros&lt;/strong&gt; além da produção própria — usam 6108 só para os itens de revenda.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;csosn-e-cst-associados-ao-cfop-6108&quot;&gt;CSOSN e CST associados ao CFOP 6108&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CSOSN 102&lt;/strong&gt; — tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito (caso comum em vendas a consumidor final);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CSOSN 103&lt;/strong&gt; — isenção de ICMS por faixa de receita;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CSOSN 500&lt;/strong&gt; — quando o ICMS já foi recolhido por substituição tributária anteriormente;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CST 00&lt;/strong&gt; — tributação integral pelo ICMS (Lucro Presumido/Real, sem ST);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CST 60&lt;/strong&gt; — ICMS cobrado anteriormente por ST.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;cfop-6108-e-substituicao-tributaria&quot;&gt;CFOP 6108 e substituição tributária&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em geral, por tanto, a venda com CFOP 6108 &lt;strong&gt;não envolve cobrança de ICMS-ST na operação atual&lt;/strong&gt; — a substituição tributária se aplica em outros CFOPs específicos (família 6400). Mas pode haver casos em que o produto vendido com 6108 já teve o ICMS-ST recolhido em operação anterior pelo substituto (indústria/atacadista) — nesses casos, o CSOSN/CST refletem isso (geralmente 500 ou 60), e não há nova cobrança de ICMS.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;devolucao-de-venda-com-cfop-6108&quot;&gt;Devolução de venda com CFOP 6108&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Quando o cliente devolve uma mercadoria que recebeu com CFOP 6108, a sua empresa registra a entrada com:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-2202-devolucao-de-venda-de-mercadoria-adquirida-ou-recebida-de-terceiros/&quot;&gt;CFOP 2202&lt;/a&gt; — Devolução de venda de mercadoria adquirida de terceiros:&lt;/strong&gt; caso mais comum quando a mercadoria foi originalmente vendida para revenda. Aplica-se ao retornar do cliente.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;erros-comuns-ao-usar-o-cfop-6108&quot;&gt;Erros comuns ao usar o CFOP 6108&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Não recolher o DIFAL&lt;/strong&gt; — erro mais grave. Gera passivo fiscal no estado de destino e pode bloquear a mercadoria em barreira fiscal;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Confundir 6108 com 6102&lt;/strong&gt; — o critério é o tipo do destinatário (não contribuinte = 6108; contribuinte = 6102);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Usar 6108 sendo o fabricante&lt;/strong&gt; — se você produziu o item, o código é 6107;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aplicar 6108 em venda intra-estadual&lt;/strong&gt; — para mesmo estado a não contribuinte, o código é 5108;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CSOSN/CST inconsistente&lt;/strong&gt; — o sistema da SEFAZ rejeita combinações inválidas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Não se inscrever no estado de destino&lt;/strong&gt; — empresas com volume alto podem precisar de inscrição estadual nos estados de destino para recolher DIFAL mensalmente, em vez de GNRE por operação.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;CFOP 6108&lt;/strong&gt; é o código fiscal central de quem opera com vendas interestaduais a consumidores finais — e-commerces, marketplaces, distribuidoras com canal online. Saber identificar quando usar (revenda + outro estado + não contribuinte), distinguir das versões irmãs (6102, 6107, 5108) e, além disso, calcular e recolher corretamente o &lt;strong&gt;DIFAL&lt;/strong&gt; é o que, sobretudo, separa a operação fiscal saudável de uma operação que vai gerar autuações em estados de destino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sistemas modernos de emissão de NF-e fazem todo esse cálculo automaticamente: identificam o estado do destinatário, aplicam a alíquota interestadual correta (4%, 7% ou 12%), buscam a alíquota interna do estado de destino, calculam o DIFAL e geram a guia GNRE. O &lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;NFe+&lt;/a&gt; é um emissor gratuito que cuida dessas regras automaticamente — recomendado para quem opera com volume de vendas interestaduais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/07/behnam-norouzi-iB2WLKJ7WHw-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;CFOP 6108 — operação interestadual e DIFAL&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1210&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;perguntas-frequentes-sobre-cfop-6108&quot;&gt;Perguntas frequentes sobre CFOP 6108&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;**Qual a diferença entre CFOP 6108 e 6102?**Ambos são vendas interestaduais de mercadoria adquirida de terceiros. A diferença está no destinatário: o 6108 é para venda a não contribuinte do ICMS (pessoa física, empresa sem Inscrição Estadual). O &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-6102-venda-de-mercadoria-adquirida-ou-recebida-de-terceiros/&quot;&gt;6102&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; é para venda a contribuinte do ICMS (empresa com IE, que vai revender ou industrializar).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**Qual a diferença entre CFOP 6108 e 6107?**Os dois são para venda interestadual a não contribuinte. A diferença está na origem do produto: &lt;strong&gt;6108&lt;/strong&gt; é para mercadoria &lt;strong&gt;adquirida de terceiros&lt;/strong&gt; (revenda); &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-6107-venda-de-producao-do-estabelecimento-destinada-a-nao-contribuinte/&quot;&gt;6107&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; é para &lt;strong&gt;produção própria&lt;/strong&gt; (você é o fabricante).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**E se meu cliente for um MEI em outro estado?**A maioria dos MEIs não tem Inscrição Estadual e é equiparada a não contribuinte para fins de ICMS. Nesses casos, a venda interestadual de revenda usa CFOP 6108. Verifique no cadastro do cliente se ele tem IE — alguns MEIs em segmentos específicos têm.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**Posso usar CFOP 6108 para produto que eu mesmo produzo?**Não. O CFOP 6108 é exclusivo para revenda. Se você fabricou o produto e está vendendo para não contribuinte em outro estado, o código correto é o &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-6107-venda-de-producao-do-estabelecimento-destinada-a-nao-contribuinte/&quot;&gt;CFOP 6107&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**Quem recolhe o DIFAL: o vendedor ou o cliente?**Quando a venda é para não contribuinte (caso do CFOP 6108), o vendedor é o responsável pelo recolhimento do DIFAL. Essa regra foi criada pela EC 87/2015: antes dela, o estado de destino não recebia nenhuma parte do ICMS nessa operação. O recolhimento é feito via GNRE.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;Nfemais — emissor gratuito de NF-e e NFC-e&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <title>CFOP 5405: o que é, ICMS-ST, quando usar e diferença para 5403, 5102 e 6405</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/cfop-5405/</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="https://blog.nfemais.com.br/cfop-5405/"/>
    <updated>2026-05-07T10:11:43-03:00</updated>
    <published>2026-05-06T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="CFOP"/>
    <summary type="text">Saiba quando usar o CFOP 5405 em vendas interestaduais para não contribuintes e os impactos tributários envolvidos.</summary>
    <content type="html">&lt;h2 id=&quot;o-que-e-o-cfop-5405&quot;&gt;O que é o CFOP 5405?&lt;/h2&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;CFOP 5405 — Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituído.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;CFOP 5405&lt;/strong&gt; é o código fiscal usado quando uma empresa &lt;strong&gt;revende, dentro do mesmo estado&lt;/strong&gt;, uma mercadoria que comprou de outro fornecedor e que está sujeita ao regime de &lt;strong&gt;substituição tributária do ICMS (ICMS-ST)&lt;/strong&gt;. Nessa operação, quem revende é o contribuinte substituído — ou seja, alguém anterior na cadeia (geralmente a indústria ou o atacadista) já recolheu o ICMS por toda a cadeia. Por isso a empresa que usa o CFOP 5405 não recolhe ICMS de novo na venda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse código é muito comum em segmentos cujos produtos quase sempre são vendidos sob ICMS-ST: &lt;strong&gt;combustíveis, bebidas alcoólicas e refrigerantes, cigarros, autopeças, eletrônicos, brinquedos, cosméticos, tintas e algumas categorias de medicamentos&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;o-que-significa-o-cfop-5405&quot;&gt;O que significa o CFOP 5405&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Como qualquer &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop/&quot;&gt;CFOP&lt;/a&gt;, o 5405 é composto por 4 dígitos — cada um com um significado específico:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt; — saída de mercadoria, dentro do mesmo estado (operação intra-estadual)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt; — operação envolvendo mercadoria sob substituição tributária&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;05&lt;/strong&gt; — venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros (revenda)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2024/09/drazen-nesic-4T9iW4BSPRU-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;CFOP 5405 — venda com substituição tributária do ICMS&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;substituto-vs-substituido-entenda-o-seu-papel&quot;&gt;Substituto vs Substituído: entenda o seu papel&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para usar corretamente o CFOP 5405 é importante entender em que ponto da cadeia sua empresa está:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Contribuinte substituto:&lt;/strong&gt; normalmente a indústria ou o importador. É quem &lt;strong&gt;recolhe antecipadamente&lt;/strong&gt; o ICMS de toda a cadeia (próprio + ICMS-ST das vendas futuras). Esse contribuinte usa o &lt;strong&gt;CFOP 5403&lt;/strong&gt; quando vende produção própria.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Contribuinte substituído:&lt;/strong&gt; o atacadista ou varejista que comprou da indústria/atacadista substituto. O ICMS do produto já foi recolhido — quando esse contribuinte revende, usa o &lt;strong&gt;CFOP 5405&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;não recolhe ICMS novamente&lt;/strong&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Em resumo: se a sua empresa &lt;strong&gt;compra produto com ICMS-ST já recolhido&lt;/strong&gt; e revende, você é o substituído — usa o CFOP 5405 (intra-estadual) ou 6405 (interestadual).&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-usar-o-cfop-5405&quot;&gt;Quando usar o CFOP 5405&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Use o CFOP 5405 quando os &lt;strong&gt;três fatores&lt;/strong&gt; estiverem presentes ao mesmo tempo:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A operação é uma &lt;strong&gt;venda de mercadoria&lt;/strong&gt; (não é remessa, transferência, devolução)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Você &lt;strong&gt;não fabricou&lt;/strong&gt; o produto — comprou de fornecedor (revenda)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O produto está sob &lt;strong&gt;substituição tributária do ICMS&lt;/strong&gt; e o destinatário está &lt;strong&gt;no mesmo estado&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Exemplos típicos:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Posto de combustível vendendo gasolina (combustíveis estão em ST)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Distribuidora de bebidas atendendo bares e restaurantes do mesmo estado&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Loja de autopeças vendendo peças adquiridas de atacadista substituto&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Loja de eletrônicos revendendo produtos com ICMS-ST&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3 id=&quot;quando-nao-usar-o-cfop-5405&quot;&gt;Quando NÃO usar o CFOP 5405&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Produto sem substituição tributária — usar &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-5102/&quot;&gt;CFOP 5102&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Você é o fabricante e atua como substituto — usar &lt;strong&gt;CFOP 5403&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Venda interestadual (cliente em outro estado) — usar &lt;strong&gt;CFOP 6405&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Devolução de venda — usar família 5410/1410&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;cfop-5405-vs-5102-vs-5403-vs-6405-comparativo-direto&quot;&gt;CFOP 5405 vs 5102 vs 5403 vs 6405: comparativo direto&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Esses quatro códigos são facilmente confundidos. A tabela esclarece a diferença entre eles:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;table-wrap&quot;&gt;&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;CFOP&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Origem do produto&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;ICMS-ST&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Destino&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Quem emite&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-5102/&quot;&gt;5102&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Adquirido de terceiros&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Não&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Mesmo estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Revendedor (sem ST)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;5403&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Produção própria&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Sim — substituto&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Mesmo estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Indústria/substituto&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;5405&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Adquirido de terceiros&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Sim — substituído&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Mesmo estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Revendedor (com ST já recolhido)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;6405&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Adquirido de terceiros&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Sim — substituído&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Outro estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Revendedor para fora do estado&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 id=&quot;exemplo-pratico-emissao-com-cfop-5405&quot;&gt;Exemplo prático: emissão com CFOP 5405&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cenário:&lt;/strong&gt; uma loja de bebidas em Belo Horizonte (MG) compra cervejas de um atacadista também em MG. O atacadista, ao vender para a loja, já recolheu o ICMS-ST de toda a cadeia (próprio + estimativa do que a loja recolheria depois). Agora a loja revende uma cerveja a R$ 12 para um restaurante em Belo Horizonte.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;table-wrap&quot;&gt;&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Campo da NF-e&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Valor&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Natureza da operação&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Venda de mercadoria adquirida de terceiros — ICMS-ST&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;CFOP&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;5405&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;NCM (cerveja em garrafa)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;2203.00.00&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;CSOSN (Simples Nacional, ICMS já recolhido por ST)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;500&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Quantidade&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1 unidade&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Valor unitário&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 12,00&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Base de cálculo do ICMS próprio&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 0,00 (já recolhido por ST)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;ICMS próprio destacado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 0,00&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Valor total da nota&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 12,00&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Observação: a loja não recolhe ICMS sobre essa venda porque o atacadista já recolheu por toda a cadeia. Por isso, o CSOSN é 500 (ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária).&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;csosn-e-cst-associados-ao-cfop-5405&quot;&gt;CSOSN e CST associados ao CFOP 5405&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;CSOSN&lt;/strong&gt; (para empresas no Simples Nacional) ou o &lt;strong&gt;CST&lt;/strong&gt; (para Lucro Presumido/Real) é informado junto ao CFOP 5405 conforme a situação:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CSOSN 500&lt;/strong&gt; — ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária ou antecipação. É o caso mais comum no CFOP 5405.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CSOSN 400&lt;/strong&gt; — não tributada pelo Simples Nacional (operação fora do regime)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CSOSN 103&lt;/strong&gt; — isenção de ICMS por faixa de receita bruta&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CST 60&lt;/strong&gt; — ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (para Lucro Presumido/Real)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;cfop-de-entrada-equivalente-1403&quot;&gt;CFOP de entrada equivalente: 1403&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Quando a empresa &lt;strong&gt;compra&lt;/strong&gt; de fornecedor do mesmo estado uma mercadoria com ICMS-ST já recolhido, o CFOP da nota de entrada é o &lt;strong&gt;1403&lt;/strong&gt; (compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária). É o &quot;espelho&quot; do 5405 — o vendedor do outro lado da operação emite com 5403 (se for o substituto) ou 5405 (se também for substituído).&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;devolucao-de-venda-com-cfop-5405&quot;&gt;Devolução de venda com CFOP 5405&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Quando há devolução de uma venda emitida com CFOP 5405, o código adequado para a nota de devolução é o &lt;strong&gt;CFOP 1411&lt;/strong&gt; (devolução de venda de mercadoria adquirida de terceiros em operação com ICMS-ST) ou &lt;strong&gt;5411&lt;/strong&gt;, dependendo de quem emite a nota de devolução. O importante é manter a identificação de que a operação envolve substituição tributária — usar um CFOP de devolução comum (como 1202 ou 5202) seria errado e geraria divergência fiscal.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;erros-comuns-ao-usar-o-cfop-5405&quot;&gt;Erros comuns ao usar o CFOP 5405&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Confundir 5405 com 6405&lt;/strong&gt; — sempre verifique o estado do destinatário (mesmo estado = 5405; outro estado = 6405)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Usar 5405 sendo o substituto&lt;/strong&gt; — se você é o fabricante recolhendo o ICMS-ST pela primeira vez na cadeia, o código correto é 5403&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Usar 5405 sem ICMS-ST&lt;/strong&gt; — se o produto não está em substituição tributária, o código correto é o &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-5102/&quot;&gt;CFOP 5102&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CSOSN/CST errado&lt;/strong&gt; — CFOP 5405 com CSOSN 102 (sem ST) gera inconsistência grave&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;section class=&quot;faq&quot;&gt;&lt;h2 id=&quot;perguntas-frequentes&quot;&gt;Perguntas frequentes&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;faq-lista&quot;&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;qual-a-diferenca-entre-cfop-5102-e-cfop-5405&quot;&gt;Qual a diferença entre CFOP 5102 e CFOP 5405?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;
&lt;p&gt;Ambos são vendas de mercadoria adquirida de terceiros, dentro do mesmo estado. A diferença está na &lt;strong&gt;substituição tributária&lt;/strong&gt;: o CFOP 5102 é usado em operação &lt;strong&gt;sem ICMS-ST&lt;/strong&gt;; o CFOP 5405 é usado quando o produto está &lt;strong&gt;com ICMS-ST&lt;/strong&gt; e a empresa é a substituída (ICMS já foi recolhido anteriormente na cadeia).&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;qual-a-diferenca-entre-cfop-5403-e-cfop-5405&quot;&gt;Qual a diferença entre CFOP 5403 e CFOP 5405?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;
&lt;p&gt;Os dois envolvem ICMS-ST e operação intra-estadual, mas diferem na origem do produto e no papel da empresa. &lt;strong&gt;CFOP 5403&lt;/strong&gt; é usado pela &lt;strong&gt;indústria/substituto&lt;/strong&gt; que vende produção própria — e que recolhe o ICMS-ST pela primeira vez na cadeia. &lt;strong&gt;CFOP 5405&lt;/strong&gt; é usado pelo &lt;strong&gt;revendedor/substituído&lt;/strong&gt; que comprou de terceiros e revende sem recolher ICMS de novo.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;qual-o-cfop-de-entrada-para-5405&quot;&gt;Qual o CFOP de entrada para 5405?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;
&lt;p&gt;O CFOP de entrada equivalente é o &lt;strong&gt;1403&lt;/strong&gt; — compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, no mesmo estado. Se a compra for de outro estado, o CFOP de entrada é o 2403.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;qual-csosn-usar-com-o-cfop-5405&quot;&gt;Qual CSOSN usar com o CFOP 5405?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;
&lt;p&gt;O CSOSN mais comum é o &lt;strong&gt;500&lt;/strong&gt; (ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária). Em situações específicas, pode ser usado o 400 (não tributada pelo Simples Nacional) ou o 103 (isenção por faixa de receita).&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;cfop-5405-tem-icms&quot;&gt;CFOP 5405 tem ICMS?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;
&lt;p&gt;Não na operação atual. O ICMS já foi recolhido por substituição tributária na operação anterior pelo contribuinte substituto (geralmente a indústria). Por isso o revendedor que usa o CFOP 5405 não recolhe ICMS novamente — apenas indica isso na nota fiscal pelo CSOSN/CST apropriado.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;cfop-5405-pode-ser-usado-para-fora-do-estado&quot;&gt;CFOP 5405 pode ser usado para fora do estado?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;
&lt;p&gt;Não. O CFOP 5405 é exclusivo para operações &lt;strong&gt;intra-estaduais&lt;/strong&gt; (mesmo estado). Para venda interestadual de mercadoria com ICMS-ST adquirida de terceiros, o código correto é o &lt;strong&gt;CFOP 6405&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;mei-usa-cfop-5405&quot;&gt;MEI usa CFOP 5405?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;
&lt;p&gt;MEI que comercializa produtos com ICMS-ST (combustíveis, bebidas, autopeças, etc.) e vende para outras empresas dentro do mesmo estado pode utilizar o CFOP 5405. Lembrando que o MEI só é obrigado a emitir nota fiscal em vendas para pessoa jurídica — em vendas para consumidor final pessoa física, a emissão é facultativa.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;/div&gt;&lt;/section&gt;

&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;CFOP 5405&lt;/strong&gt; é parte do dia a dia de quem revende produtos com ICMS já recolhido por substituição tributária — combustíveis, bebidas, autopeças, eletrônicos e tantos outros. Saber identificar quando usar (revenda + ST + mesmo estado), distinguir das versões irmãs (5102, 5403, 6405) e preencher o CSOSN/CST correto é o que evita rejeição da nota e problemas com o Fisco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A boa notícia: você não precisa decorar tabelas de CFOP. Sistemas modernos de emissão de NF-e identificam o tipo de operação, o regime tributário do produto e o estado do destinatário para sugerir automaticamente o CFOP correto. O &lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Nfemais&lt;/a&gt; é um emissor gratuito que faz essa parte por você — preenchimento automático de CFOP, CSOSN e demais códigos fiscais. Vale conhecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2024/09/banner-nfemais.png-650.webp&quot; alt=&quot;Nfemais — emissor gratuito de NF-e e NFC-e&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <title>CFOP 5102: o que é, quando usar, exemplos e diferença para 5101 e 6102</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/cfop-5102/</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="https://blog.nfemais.com.br/cfop-5102/"/>
    <updated>2026-08-31T09:57:13-03:00</updated>
    <published>2026-05-05T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="CFOP"/>
    <summary type="text">CFOP 5102: entenda o que é, quando usar, exemplos práticos, tributação e as diferenças para os CFOPs 5101 e 6102. Guia completo e atualizado.</summary>
    <content type="html">&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;CFOP 5102: Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;CFOP 5102&lt;/strong&gt; é um dos códigos fiscais mais usados no Brasil — e também um dos que mais geram dúvida na hora de emitir nota fiscal. Quem comercializa mercadorias adquiridas de terceiros (revenda) dentro do mesmo estado precisa preencher esse código corretamente, sob risco de invalidar o documento, gerar problemas com o Fisco e comprometer a apuração de tributos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste guia completo, você vai entender o que significa o CFOP 5102, como ele se estrutura dígito a dígito, quando deve ser usado, exemplos práticos com valores, comparativo com os códigos relacionados (&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-5101/&quot;&gt;5101&lt;/a&gt;, 5103, &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-6102-venda-de-mercadoria-adquirida-ou-recebida-de-terceiros/&quot;&gt;6102&lt;/a&gt;), tributação aplicável, regras de devolução e as principais dúvidas dos contribuintes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pexels-hook-tell-1947041-3570238.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;Pessoa imprimindo um recibo em maquininha de pagamento&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-e-o-cfop-5102&quot;&gt;O que é o CFOP 5102?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;CFOP 5102&lt;/strong&gt; é o código fiscal usado para indicar uma &lt;strong&gt;venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros&lt;/strong&gt;, em operação dentro do mesmo estado da Federação. Em outras palavras: quando uma empresa compra um produto de um fornecedor (ou outra revenda) e revende esse mesmo produto a um cliente localizado no mesmo estado, ela usa o CFOP 5102 na nota fiscal de saída.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes de mergulhar nos detalhes, vale lembrar: &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop/&quot;&gt;CFOP&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; é a sigla para &lt;strong&gt;Código Fiscal de Operações e Prestações&lt;/strong&gt;. É uma sequência numérica de 4 dígitos que padroniza a identificação de toda transação fiscal no país — entradas, saídas, transferências, devoluções, remessas. Cada código conta uma &quot;história&quot; sobre a operação, e a Receita Federal e as Secretarias da Fazenda estaduais usam esses códigos para apurar tributos, monitorar fluxos de mercadorias e cruzar informações entre contribuintes.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-significa-o-cfop-5102-anatomia-dos-4-digitos&quot;&gt;O que significa o CFOP 5102: anatomia dos 4 dígitos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada um dos 4 dígitos do CFOP carrega uma informação específica sobre a operação. Entender essa lógica facilita a vida de quem precisa decidir qual código usar:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;1º dígito:&lt;/strong&gt; indica se é entrada ou saída de mercadoria e a abrangência geográfica (intra-estadual, interestadual ou internacional);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;2º dígito:&lt;/strong&gt; identifica o grupo da operação (compra, venda, transferência, devolução, remessa, etc.);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;3º e 4º dígitos:&lt;/strong&gt; detalham o tipo específico da operação dentro daquele grupo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Aplicando essa estrutura ao CFOP 5102:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;table-wrap&quot;&gt;&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Dígito&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Valor&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Significado&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;1º&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Saída de mercadoria, dentro do mesmo estado (operação intra-estadual)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;2º&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Grupo de saídas que compreendem vendas, transferências, devoluções e prestações de serviço&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;3º e 4º&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;02&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Ou seja, o CFOP 5102 traduz para o Fisco a seguinte informação: &quot;&lt;em&gt;esta é uma venda, ela está saindo do meu estabelecimento, fica dentro do mesmo estado, e a mercadoria vendida não foi produzida por mim — eu adquiri de outro fornecedor&lt;/em&gt;”.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-usar-o-cfop-5102-cenarios-praticos&quot;&gt;Quando usar o CFOP 5102: cenários práticos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O critério principal é simples: usa-se o CFOP 5102 sempre que &lt;strong&gt;os três fatores&lt;/strong&gt; abaixo estão presentes ao mesmo tempo:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A operação é uma &lt;strong&gt;venda de mercadoria&lt;/strong&gt; (não é remessa, transferência, devolução ou outra natureza)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A mercadoria foi &lt;strong&gt;adquirida ou recebida de terceiros&lt;/strong&gt; — ou seja, a empresa &lt;strong&gt;não fabricou&lt;/strong&gt; o produto&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O destinatário está &lt;strong&gt;no mesmo estado&lt;/strong&gt; do remetente&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3 id=&quot;comercio-varejista&quot;&gt;Comércio varejista&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Uma loja de roupas em São Paulo compra camisetas de um fornecedor (também em SP) e revende para clientes finais paulistas. Cada nota fiscal de venda emitida traz &lt;strong&gt;CFOP 5102&lt;/strong&gt;. Padaria, mercearia, papelaria, loja de eletrônicos — qualquer revendedor varejista no mesmo estado se enquadra.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;comercio-atacadista-e-distribuidor&quot;&gt;Comércio atacadista e distribuidor&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Um atacadista de bebidas adquire produtos da indústria e revende para bares, restaurantes e lojinhas no mesmo estado. Mesma lógica: &lt;strong&gt;CFOP 5102&lt;/strong&gt; em cada venda intra-estadual.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;cooperativas-vendendo-aos-cooperados&quot;&gt;Cooperativas vendendo aos cooperados&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Cooperativas que adquirem produtos de fornecedores externos e os revendem aos próprios cooperados, dentro do mesmo estado, também utilizam o CFOP 5102.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;e-commerce-com-cliente-do-mesmo-estado&quot;&gt;E-commerce com cliente do mesmo estado&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Um e-commerce que tem CD (Centro de Distribuição) em Minas Gerais e vende para um consumidor mineiro deve emitir a nota com CFOP 5102 (intra-estadual). Se o cliente fosse do Rio de Janeiro, o código correto seria 6102 (interestadual). É por isso que sistemas emissores de NF-e modernos identificam automaticamente o estado do destinatário e aplicam o CFOP correto.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;quando-nao-usar-o-cfop-5102&quot;&gt;Quando NÃO usar o CFOP 5102&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Quando você é o &lt;strong&gt;fabricante&lt;/strong&gt; da mercadoria — use &lt;strong&gt;CFOP 5101&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Quando o destinatário está em &lt;strong&gt;outro estado&lt;/strong&gt; — use &lt;strong&gt;CFOP 6102&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Quando se trata de &lt;strong&gt;devolução de compra&lt;/strong&gt; — use a família 5200 (5201, 5202, etc.);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Quando é &lt;strong&gt;transferência entre filiais&lt;/strong&gt; — use a família 5150;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Quando é &lt;strong&gt;remessa em bonificação ou brinde&lt;/strong&gt; — use &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-5910-remessa-em-bonificacao-doacao-ou-brinde/&quot;&gt;CFOP 5910&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;quem-pode-usar-o-cfop-5102&quot;&gt;Quem pode usar o CFOP 5102&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Qualquer empresa que &lt;strong&gt;revende produtos&lt;/strong&gt; dentro do estado pode (e deve) utilizar o CFOP 5102 nas notas de venda correspondentes. Os perfis mais comuns são:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;table-wrap&quot;&gt;&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Tipo de empresa&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Exemplo de operação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Varejistas&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Lojas físicas e e-commerces vendendo direto ao consumidor final&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Atacadistas&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Distribuição de produtos para outros lojistas/comerciantes&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Distribuidoras&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Empresas que recebem da indústria e revendem para canais&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Empresas de serviços que revendem produtos&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Salões que revendem cosméticos, oficinas que revendem peças&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Cooperativas&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Vendas para cooperados dentro do estado&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;MEIs comerciantes&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Microempreendedores que revendem produtos a outras pessoas jurídicas no mesmo estado&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Vale lembrar: empresas no &lt;strong&gt;Simples Nacional&lt;/strong&gt; também usam o CFOP 5102 normalmente. O regime tributário muda a forma como o ICMS é apurado (via DAS unificada), mas não muda o CFOP, que é classificação fiscal padronizada nacionalmente.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;cfop-5102-vs-cfop-5101-vs-cfop-6102-comparativo-direto&quot;&gt;CFOP 5102 vs CFOP 5101 vs CFOP 6102: comparativo direto&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Esses três códigos são facilmente confundidos. A tabela abaixo deixa claro o que diferencia cada um:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;table-wrap&quot;&gt;&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;CFOP&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Operação&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Origem do produto&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Destino&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Exemplo&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-5101/&quot;&gt;5101&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Venda&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Produção do próprio estabelecimento (indústria)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Mesmo estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Fábrica de móveis em SP vende para loja em SP&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;5102&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Venda&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Adquirido de terceiros (revenda)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Mesmo estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Loja em SP compra de fornecedor SP e vende a cliente SP&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;5103&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Venda&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Produção própria, fora do estabelecimento&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Mesmo estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Indústria SP produz com matéria-prima de outro estabelecimento e vende em SP&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;5104&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Venda&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Produção do estabelecimento que não tenha sido objeto de qualquer industrialização&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Mesmo estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Operação rara — geralmente produtos in natura&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-6101-venda-de-producao-do-estabelecimento/&quot;&gt;6101&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Venda&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Produção própria (indústria)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Outro estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Fábrica SP vende para loja RJ&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-6102-venda-de-mercadoria-adquirida-ou-recebida-de-terceiros/&quot;&gt;6102&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Venda&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Adquirido de terceiros (revenda)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Outro estado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Loja SP revende a cliente RJ&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo prático:&lt;/strong&gt; a primeira posição (5 ou 6) define o destino — mesmo estado ou outro estado. Os dois últimos dígitos definem a origem da mercadoria — produção própria (01) ou de terceiros (02).&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;exemplo-pratico-completo-emissao-de-nota-com-cfop-5102&quot;&gt;Exemplo prático completo: emissão de nota com CFOP 5102&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para deixar tudo concreto, vamos a um exemplo real:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cenário:&lt;/strong&gt; A &quot;Loja ABC&quot; (varejista situada em Porto Alegre — RS, optante pelo Simples Nacional) compra 100 camisetas de um fornecedor de Caxias do Sul — RS, a R$ 30 cada. Em seguida, revende cada camiseta a R$ 70 para clientes finais no Rio Grande do Sul.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja como ficam os dados na nota fiscal referente à venda de uma unidade dessa camiseta:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;table-wrap&quot;&gt;&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Campo da NF-e&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Valor&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Natureza da operação&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;CFOP&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;5102&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;NCM (exemplo camiseta de algodão)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;6109.10.00&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;CSOSN (Simples Nacional, com permissão de crédito)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;0101&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Quantidade&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1 unidade&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Valor unitário&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 70,00&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Valor total do produto&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 70,00&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Base de cálculo do ICMS&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 70,00&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Alíquota de ICMS no RS&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;17%&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Valor do ICMS&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 11,90&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;IPI&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Não incide (não é operação industrial)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Valor total da nota&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 70,00&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Repare: o ICMS aparece destacado, mas o produto sai por R$ 70 (regra &quot;por dentro&quot; do ICMS — o imposto está embutido no preço de venda). Como a Loja ABC é optante pelo Simples Nacional, o ICMS efetivamente recolhido não é separado — ele entra no DAS unificado calculado mensalmente sobre o faturamento bruto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pexels-kampus-6684788.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;Funcionário usando maquininha de cartão em uma loja&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1335&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;tributacao-do-cfop-5102&quot;&gt;Tributação do CFOP 5102&lt;/h2&gt;
&lt;h3 id=&quot;icms&quot;&gt;ICMS&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 5102 envolve operação tributada pelo &lt;strong&gt;ICMS&lt;/strong&gt; (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). A alíquota varia por estado e por tipo de produto — em geral entre 17% e 22% para operações internas, com alíquotas reduzidas para itens essenciais (alimentos básicos, medicamentos) e maiores para combustíveis e energia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Empresas no regime de Lucro Presumido ou Real recolhem o ICMS via guia específica do estado (GNRE ou guia estadual). Empresas &lt;a href=&quot;https://blog.egestor.com.br/optante-pelo-simples-nacional-o-que-voce-precisa-saber/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;optantes pelo Simples Nacional&lt;/a&gt; têm o ICMS embutido no DAS mensal.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;csosn-codigo-de-tratamento-tributario-no-simples&quot;&gt;CSOSN — código de tratamento tributário no Simples&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Empresas no Simples Nacional informam o &lt;strong&gt;CSOSN&lt;/strong&gt; (Código de Situação da Operação no Simples Nacional) ao emitir a nota. Para CFOP 5102, os mais comuns são:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CSOSN 0101&lt;/strong&gt; — venda de mercadoria com permissão de crédito de ICMS para o destinatário;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CSOSN 0102&lt;/strong&gt; — venda de mercadoria sem permissão de crédito (caso mais comum em vendas a consumidor final ou empresas no Simples);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CSOSN 0103&lt;/strong&gt; — isenção do ICMS no Simples por faixa de receita bruta;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CSOSN 0500&lt;/strong&gt; — quando o ICMS já foi recolhido por substituição tributária anteriormente.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3 id=&quot;ipi-nao-incide-no-cfop-5102&quot;&gt;IPI — não incide no CFOP 5102&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.egestor.com.br/ipi/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; não incide nas operações com CFOP 5102, porque esse código identifica venda de produto adquirido de terceiros — ou seja, a empresa não é o industrial. O IPI é responsabilidade do fabricante, que já o recolheu na operação anterior.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;substituicao-tributaria-do-icms&quot;&gt;Substituição tributária do ICMS&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Em alguns segmentos (combustíveis, bebidas, eletrônicos, autopeças, entre outros), o ICMS já foi recolhido na operação anterior pela indústria via &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.egestor.com.br/substituicao-tributaria/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;substituição tributária&lt;/a&gt; (ICMS-ST)&lt;/strong&gt;. Nessas situações, embora o CFOP continue sendo 5102, a empresa revendedora não recolhe ICMS novamente — apenas indica isso na nota fiscal por meio do &lt;a href=&quot;https://blog.egestor.com.br/csosn/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;CSOSN&lt;/a&gt; apropriado (geralmente 0500).&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;cfop-5102-e-a-reforma-tributaria&quot;&gt;CFOP 5102 e a Reforma Tributária&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Reforma Tributária&lt;/strong&gt; brasileira, regulamentada pela Lei Complementar 214/2025, vai substituir gradualmente o ICMS pelo &lt;strong&gt;IBS&lt;/strong&gt; (Imposto sobre Bens e Serviços) entre 2026 e 2033. A estrutura atual do CFOP deve ser mantida durante toda a transição, com adaptações no leiaute da NF-e para acomodar os novos tributos (CBS, IBS, Imposto Seletivo). Para entender melhor o cenário, vale conhecer o &lt;a href=&quot;https://blog.egestor.com.br/o-que-e-o-sped-fiscal/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;SPED Fiscal&lt;/a&gt; e como ele acompanha essas operações.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;cfop-5102-em-devolucao-da-para-usar&quot;&gt;CFOP 5102 em devolução: dá para usar?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sim, mas com atenção ao contexto. Se uma empresa &lt;strong&gt;recebe de volta uma mercadoria&lt;/strong&gt; que vendeu (ou seja, devolução de cliente), o CFOP correto na nota de entrada é da família 1.200 ou 2.200 — não 5102.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já em uma situação inversa — quando uma empresa precisa &lt;strong&gt;devolver mercadoria a um fornecedor&lt;/strong&gt; dentro do mesmo estado — usa-se o &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-5202-devolucao-de-compra-para-comercializacao/&quot;&gt;CFOP 5202&lt;/a&gt; (devolução de compra para comercialização). O CFOP 5102 não se aplica nesse caso porque trata-se de uma &lt;strong&gt;devolução&lt;/strong&gt;, não de uma venda nova.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;erros-comuns-ao-usar-o-cfop-5102&quot;&gt;Erros comuns ao usar o CFOP 5102&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Confundir 5102 com 6102&lt;/strong&gt; — o erro mais frequente. Sempre verifique o estado do destinatário;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Usar 5102 como fabricante&lt;/strong&gt; — se você produziu o item, o código correto é 5101;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Esquecer da substituição tributária&lt;/strong&gt; — em segmentos com ST, o CSOSN/CST muda mesmo mantendo o CFOP 5102;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Incluir IPI indevidamente&lt;/strong&gt; — em revenda de produto industrializado, o IPI já foi pago anteriormente;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Confundir venda com transferência entre filiais&lt;/strong&gt; — são operações fiscais distintas e exigem CFOPs diferentes;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Usar CFOP 5102 em saída de produto industrializado pela própria empresa&lt;/strong&gt; — confundir 5102 com 5101 é erro grave que pode gerar autuação fiscal. Por exemplo, não observar a substituição tributária ao emitir CSOSN incompatível com o CFOP 5102, o que pode gerar inconsistência no SPED Fiscal.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Cada CFOP errado em uma NF-e pode invalidar o documento, causar rejeição da SEFAZ, gerar problemas em fiscalizações, distorcer apurações de tributos e até gerar multas. É por isso que sistemas de emissão de nota fiscal modernos identificam o estado do destinatário, o tipo de operação e o regime tributário do emitente para sugerir o CFOP correto automaticamente.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;CFOP 5102&lt;/strong&gt; é a coluna vertebral fiscal do comércio brasileiro: pequenos varejistas, atacadistas, distribuidoras, cooperativas, e-commerces — todos que revendem produtos dentro do mesmo estado dependem desse código para emitir nota fiscal corretamente. Saber identificar quando usar (e quando não usar), conhecer as diferenças para os códigos vizinhos (5101, 5103, 6102) e entender a tributação envolvida (ICMS, CSOSN, ausência de IPI) reduz drasticamente o risco de rejeição de notas, multas e dores de cabeça em fiscalizações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A boa notícia: você não precisa decorar tabelas inteiras de CFOP. Sistemas modernos de emissão de NF-e identificam automaticamente o tipo de operação, o estado do destinatário e o regime tributário da empresa para sugerir o CFOP correto a cada nota.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;NFe+&lt;/a&gt; é um emissor gratuito de NF-e e NFC-e que faz exatamente isso — preenchimento automático de CFOP, CSOSN e demais códigos fiscais, com cadastros que se adaptam à sua operação. Se você quer emitir notas com segurança e sem ter que abrir manualmente a tabela CFOP a cada venda, vale conhecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para conferir os outros CFOPs relacionados a vendas e operações comerciais, vale visitar nossa lista completa de códigos: &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/category/cfop/&quot;&gt;índice de CFOPs&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pexels-imin-technology-276315592-12935042.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;Costureira/lojista vendendo roupas online&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;perguntas-frequentes-sobre-o-cfop-5102&quot;&gt;Perguntas frequentes sobre o CFOP 5102&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;**O que significa o CFOP 5102?**Significa &lt;strong&gt;venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, em operação dentro do mesmo estado&lt;/strong&gt;. É o código fiscal usado por revendedores (varejo, atacado, distribuidoras) que comercializam produtos não fabricados por eles, com destino a clientes do mesmo estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**Quando devo usar o CFOP 5102?**Sempre que você for emitir uma &lt;strong&gt;nota fiscal de venda&lt;/strong&gt; de uma mercadoria que &lt;strong&gt;não foi produzida pela sua empresa&lt;/strong&gt;, com destinatário &lt;strong&gt;localizado no mesmo estado&lt;/strong&gt; em que sua empresa está estabelecida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**CFOP 5102 é tributado?**Sim. O CFOP 5102 envolve venda — operação tributada pelo ICMS estadual. A alíquota e a forma de recolhimento dependem do estado, do produto e do regime tributário da empresa (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Real).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**CFOP 5102 tem IPI?**Não. O IPI não incide nas operações com CFOP 5102 porque esse código identifica venda de produto adquirido de terceiros, e não fabricação. O IPI é tributo do industrial — quem revende não recolhe IPI.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**Qual CSOSN usar com o CFOP 5102?**Para empresas no Simples Nacional, os CSOSNs mais usados com CFOP 5102 são &lt;strong&gt;0101&lt;/strong&gt; (com permissão de crédito de ICMS), &lt;strong&gt;0102&lt;/strong&gt; (sem permissão de crédito) e &lt;strong&gt;0500&lt;/strong&gt; (quando o ICMS já foi recolhido por substituição tributária).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**Qual a diferença entre CFOP 5102 e CFOP 6102?**A diferença está exclusivamente no destino da venda. O &lt;strong&gt;5102&lt;/strong&gt; é para vendas &lt;strong&gt;dentro do mesmo estado&lt;/strong&gt; (intra-estaduais). O &lt;strong&gt;6102&lt;/strong&gt; é para vendas para &lt;strong&gt;outro estado&lt;/strong&gt; (interestaduais). Essa distinção impacta diretamente os impostos cobrados — em operações interestaduais entre contribuintes, há o DIFAL (Diferencial de Alíquota), que não existe nas operações 5102.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**Qual a diferença entre CFOP 5102 e CFOP 5101?**O &lt;strong&gt;5101&lt;/strong&gt; é usado quando a empresa &lt;strong&gt;fabricou&lt;/strong&gt; o produto vendido (produção própria). O &lt;strong&gt;5102&lt;/strong&gt; é usado quando o produto foi &lt;strong&gt;adquirido de terceiros&lt;/strong&gt; e está sendo revendido. Em ambos os casos, o destino é dentro do mesmo estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**CFOP 5102 pode ser usado em devolução?**Não em devolução pura. O CFOP 5102 é específico para venda. Para devolução de compra ao fornecedor (mesmo estado), o código correto é o &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-5202-devolucao-de-compra-para-comercializacao/&quot;&gt;CFOP 5202&lt;/a&gt;. Para entrada de devolução de cliente, usa-se a família 1.200 ou 2.200.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**MEI usa CFOP 5102?**Sim. MEIs comerciantes que vendem produtos adquiridos de terceiros para outras pessoas jurídicas, dentro do mesmo estado, usam o CFOP 5102 normalmente. Lembrando que o MEI só é obrigado a emitir nota fiscal em vendas para pessoa jurídica (CNPJ); em vendas para consumidor final pessoa física, a emissão é facultativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**Cooperativa usa CFOP 5102?**Sim. Cooperativas que adquirem produtos de fornecedores externos e os revendem aos cooperados (ou outras cooperativas), dentro do mesmo estado, utilizam o CFOP 5102 normalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**Erro de CFOP gera multa?**Sim. CFOP errado pode causar rejeição da NF-e pela SEFAZ no momento da transmissão (problema imediato), distorcer apurações fiscais (impacto no SPED Fiscal) e gerar autuações em caso de fiscalização. A multa varia por estado e gravidade do erro, podendo incluir multa pelo descumprimento de obrigação acessória, além da cobrança de tributos eventualmente subdeclarados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que é &quot;natureza da operação 5102&quot;?&lt;/strong&gt;&quot;Natureza da operação&quot; é o campo da NF-e que descreve em texto livre o tipo da operação. Quando o CFOP é 5102, a natureza da operação geralmente é preenchida como &lt;strong&gt;&quot;Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros&quot;&lt;/strong&gt; ou simplesmente &lt;strong&gt;&quot;Venda&quot;&lt;/strong&gt;. Esse campo serve para descrição complementar — o controle fiscal de fato é feito pelo CFOP e demais códigos técnicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2024/09/banner-nfemais.png-650.webp&quot; alt=&quot;Nfemais — emissor gratuito de NF-e e NFC-e&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <title>CFOP 2949: o que é e quando utilizar esse código interestadual</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/cfop-2949-o-que-e-e-quando-utilizar-esse-codigo-interestadual/</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="https://blog.nfemais.com.br/cfop-2949-o-que-e-e-quando-utilizar-esse-codigo-interestadual/"/>
    <updated>2026-02-09T16:59:11-03:00</updated>
    <published>2026-01-08T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="CFOP"/>
    <summary type="text">CFOP 2949 registra outra entrada interestadual sem código específico. Entenda quando usar e evite erros fiscais na sua empresa.</summary>
    <content type="html">&lt;p&gt;O CFOP 2949 registra outra entrada de mercadoria ou prestação de serviço não especificada, quando a operação vem de outro estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse código funciona como uma opção genérica para entradas interestaduais que não se enquadram nos CFOPs anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A seguir, você entende quando usar, quais cuidados tomar e como evitar erros fiscais.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-significa-o-cfop-2949&quot;&gt;O que significa o CFOP 2949?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 2949 corresponde a “Outra entrada de mercadoria ou prestação de serviço não especificado”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O número 2 no início indica que a operação ocorre entre estados. Ou seja, um fornecedor de outra UF emite a nota fiscal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, o final 949 sinaliza que a entrada não possui classificação específica dentro do grupo 2000.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em resumo, esse CFOP atende situações residuais.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-usar-o-cfop-2949&quot;&gt;Quando usar o CFOP 2949?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Você deve usar o CFOP 2949 apenas quando não existir um código mais específico para a entrada. Portanto, consulte a tabela completa de &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop/&quot;&gt;CFOP&lt;/a&gt; antes de definir a classificação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse cuidado reduz riscos fiscais e evita retrabalho na escrituração. Em geral, as empresas aplicam esse código em situações atípicas ou pouco frequentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, você pode utilizá-lo na entrada de bens recebidos em comodato de outro estado, quando nenhum outro CFOP atender à operação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também é possível adotá-lo em remessas sem venda ou em movimentações que não se encaixam nas classificações padrão. Ainda assim, analise cada caso com atenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/02/taisiia-stupak-mYeSCM9bHRo-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;CFOP 2949&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;principais-caracteristicas-do-cfop-2949&quot;&gt;Principais características do CFOP 2949&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Veja os pontos que definem esse código:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Indica entrada interestadual.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Possui caráter genérico ou “coringa”.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Exige verificação prévia de outros CFOPs.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Pode gerar questionamentos fiscais quando a empresa o utiliza com frequência.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Além disso, na operação inversa, muitas empresas relacionam esse código ao CFOP 6949, que registra a saída correspondente.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quais-cuidados-tomar-ao-utilizar-o-cfop-2949&quot;&gt;Quais cuidados tomar ao utilizar o CFOP 2949?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O uso excessivo de códigos genéricos aumenta o risco de questionamentos do Fisco. Por isso, documente a operação e registre a justificativa internamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre priorize um CFOP mais detalhado quando a legislação oferecer essa opção. Esse código atende situações excepcionais. Assim, o contador ou responsável fiscal precisa avaliar a natureza da operação antes de lançar a nota.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;na-pratica-da-sua-empresa&quot;&gt;Na prática da sua empresa&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Erros na escolha do CFOP geram inconsistências na apuração de impostos e nos relatórios fiscais. Consequentemente, a empresa enfrenta retrabalho, notificações e até multas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando o sistema emissor organiza corretamente as naturezas de operação, você escolhe o código adequado com mais segurança. Com controle fiscal e análise técnica, a empresa utiliza o CFOP 2949 apenas quando realmente precisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em síntese, o CFOP 2949 registra entradas interestaduais sem classificação específica. No entanto, você deve aplicá-lo com critério e respaldo documental. Dessa forma, sua empresa mantém a conformidade fiscal e reduz riscos futuros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Rejeição 267: chave de acesso referenciada inexistente</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/rejeicao-267-chave-de-acesso-referenciada-inexistente/</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="https://blog.nfemais.com.br/rejeicao-267-chave-de-acesso-referenciada-inexistente/"/>
    <updated>2026-02-09T16:38:44-03:00</updated>
    <published>2026-01-06T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="Rejeições de notas fiscais"/>
    <summary type="text">Rejeição 267 ocorre quando a NF-e referenciada não está autorizada na SEFAZ. Veja as causas, exceções e como resolver o erro rapidamente.</summary>
    <content type="html">&lt;p&gt;A rejeição 267 acontece quando você referencia uma NF-e que ainda não está autorizada na SEFAZ.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em outras palavras, o sistema não encontra a chave de acesso informada na base de dados no momento da validação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse erro surge quando você emite uma NF-e (modelo 55) e preenche a tag &lt;strong&gt;refNFe&lt;/strong&gt; com a chave de outra nota. Se a SEFAZ não localizar essa nota, ela rejeita o documento com a mensagem:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Rejeição 267: Chave de Acesso referenciada inexistente&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;A seguir, entenda por que isso ocorre e como corrigir.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;por-que-a-rejeicao-267-acontece&quot;&gt;Por que a rejeição 267 acontece?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A rejeição 267 ocorre principalmente quando a nota referenciada ainda não recebeu autorização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, o erro também aparece quando você digita a chave de acesso incorretamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da mesma forma, a &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/rejeicoes-da-nota-fiscal/&quot;&gt;rejeição&lt;/a&gt; acontece quando a NF-e referenciada pertence à mesma UF do emitente e ainda não consta na base estadual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a regra de validação da SEFAZ, quando a UF da chave referenciada é igual à UF do emitente, o sistema consulta o banco de dados do estado. Se não encontrar a nota, rejeita a NF-e.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, sempre que as duas notas forem da mesma UF, você deve autorizar primeiro a nota original.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-a-rejeicao-267-nao-ocorre&quot;&gt;Quando a rejeição 267 não ocorre?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A regra possui exceções específicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primeiramente, quando a NF-e referenciada pertence a outra UF, a SEFAZ não exige que a nota já esteja autorizada na base do estado do emitente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, a legislação permite exceção nos casos de emissão em contingência (tpEmis = 2, 4 ou 5), conforme a NT 2013/003.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessas situações, a nota pode ainda não constar na base no momento da validação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, essa exceção não se aplica à NF-e complementar (finNFe = 2). Nesse caso, a nota referenciada precisa estar autorizada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/02/getty-images-MYkF8eV4xFs-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;rejeição 267&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1351&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;exemplo-pratico-da-rejeicao-267&quot;&gt;Exemplo prático da rejeição 267&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Imagine uma empresa do Rio Grande do Sul que emite uma NF-e complementar. Nessa nota, ela referencia outra NF-e do mesmo estado. Entretanto, a nota original ainda aguarda autorização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como as duas pertencem à mesma UF, a SEFAZ consulta a base estadual. Como não encontra a chave informada, retorna a rejeição 267. Assim, a empresa precisa aguardar a autorização da nota original antes de reenviar a complementar.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-resolver-a-rejeicao-267&quot;&gt;Como resolver a rejeição 267&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Primeiramente, consulte a chave de acesso da NF-e referenciada.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em seguida, verifique se a nota já recebeu autorização na SEFAZ.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Se a nota ainda estiver pendente, aguarde o processamento ou regularize a emissão.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Depois disso, reenvie a NF-e que realiza a referência.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Caso identifique erro de digitação, corrija a chave informada na tag &lt;strong&gt;refNFe&lt;/strong&gt; antes de transmitir novamente.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Além disso, consulte a situação da nota no Portal Nacional da NF-e ou no site da SEFAZ de origem.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-informar-corretamente-a-chave-no-xml&quot;&gt;Como informar corretamente a chave no XML&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Você deve informar a chave dentro da estrutura correta do XML:&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;&lt;code&gt;&amp;lt;NFref&amp;gt;
   &amp;lt;refNFe&amp;gt;CHAVE_DE_ACESSO_AQUI&amp;lt;/refNFe&amp;gt;
&amp;lt;/NFref&amp;gt;
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;Se o seu sistema preencher esse campo automaticamente, revise os dados antes de autorizar. Dessa forma, você evita erros simples que geram rejeição.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-evitar-a-rejeicao-267&quot;&gt;Como evitar a rejeição 267&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Antes de emitir uma NF-e complementar ou referenciada, confirme se a nota original já foi autorizada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre que possível, evite digitar a chave manualmente. Além disso, acompanhe o status das notas emitidas em contingência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, utilize um sistema que valide a situação da nota antes do envio. Assim, você reduz retrabalho e mantém sua rotina fiscal organizada.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;resumo&quot;&gt;Resumo&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A rejeição 267 indica que a SEFAZ não localizou a chave de acesso referenciada na base de dados. Na maioria dos casos, isso acontece porque a nota ainda não foi autorizada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, autorize primeiro a NF-e original. Depois disso, reenvie a nota que faz a referência. Dessa maneira, você resolve o problema com rapidez e evita novas rejeições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Rejeição 931: Informado código de benefício fiscal incompatível com CST e UF</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/rejeicao-931-informado-codigo-de-beneficio-fiscal-incompativel-com-cst-e-uf/</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="https://blog.nfemais.com.br/rejeicao-931-informado-codigo-de-beneficio-fiscal-incompativel-com-cst-e-uf/"/>
    <updated>2026-01-22T16:15:40-03:00</updated>
    <published>2025-12-30T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="Rejeições de notas fiscais"/>
    <summary type="text">Entenda a rejeição 931 da NF-e, quando ocorre a incompatibilidade entre CST, cBenef e UF, e veja como corrigir o erro passo a passo.</summary>
    <content type="html">&lt;h2 id=&quot;o-que-e-a-rejeicao-931&quot;&gt;O que é a rejeição 931&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A rejeição 931 ocorre quando o código de benefício fiscal (cBenef) não é compatível com o CST informado e com a UF da operação. Por isso, a SEFAZ rejeita a NF-e ou a NFC-e no momento da autorização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre que a NF-e (modelo 55) ou a NFC-e (modelo 65) possui CST preenchido e também informa o campo cBenef, a SEFAZ cruza essas informações. Dessa forma, qualquer incompatibilidade gera a &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/rejeicoes-da-nota-fiscal/&quot;&gt;rejeição&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;mensagem-retornada&quot;&gt;Mensagem retornada&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;931 – Informado código de benefício fiscal incompatível com CST e UF&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;por-que-a-rejeicao-931-acontece&quot;&gt;Por que a rejeição 931 acontece&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A rejeição 931 acontece, principalmente, pelos seguintes motivos:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O CST não permite o uso do código de benefício fiscal informado;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O código de benefício fiscal não é válido para a UF da operação;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O benefício fiscal não está vigente na tabela estadual.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Além disso, cada código de benefício fiscal está vinculado a situações tributárias específicas. Portanto, não basta apenas preencher o campo cBenef.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;exemplo-pratico-da-rejeicao-931&quot;&gt;Exemplo prático da rejeição 931&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Uma empresa emite uma NF-e com CST 40 (isenta). Porém, informa no campo cBenef um código que não é compatível com esse CST, conforme a tabela do estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse cenário, a SEFAZ identifica a inconsistência. Assim, a NF-e é rejeitada pelo motivo 931.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro exemplo comum ocorre quando a empresa utiliza o CST 00 (tributado integralmente) com um código de benefício fiscal destinado a operações isentas de ICMS. Nesse caso, a rejeição também ocorre.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-diz-a-regra-de-validacao-da-sefaz&quot;&gt;O que diz a regra de validação da SEFAZ&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A regra de validação determina o seguinte:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Se for informado CST e código de benefício fiscal, a SEFAZ verifica se o cBenef está vigente;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em seguida, valida se o código corresponde ao CST informado;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A conferência ocorre conforme a tabela de código de benefício fiscal por UF.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Além disso, a implementação dessa regra é opcional. Ou seja, cada UF define se aplica a validação, para quais CST e para qual modelo de documento fiscal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/01/nick-morrison-FHnnjk1Yj7Y-unsplash-2.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;rejeição 931&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1500&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;excecoes-da-rejeicao-931&quot;&gt;Exceções da rejeição 931&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Existem situações em que a rejeição 931 não se aplica. Veja as principais exceções:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Devolução de mercadoria, quando a operação for interestadual ou com o exterior;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Devolução de mercadoria, a critério da UF;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;NF-e de ajuste, a critério da UF;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Operações de entrada, conforme regra estadual.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Ainda assim, é fundamental validar as regras específicas do seu estado.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;atencao-para-itens-sem-beneficio-fiscal&quot;&gt;Atenção para itens sem benefício fiscal&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para itens que não possuem benefício fiscal, algumas UFs exigem o preenchimento da literal “SEM CBENEF”. Por isso, sempre consulte a tabela publicada no Portal Nacional da NF-e da sua UF.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse ponto gera erros com frequência. Entretanto, a correção costuma ser simples.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-resolver-a-rejeicao-931&quot;&gt;Como resolver a rejeição 931&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para resolver a rejeição 931, siga este passo a passo:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Verifique o CST informado no item da nota;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em seguida, consulte a tabela de códigos de benefício fiscal da UF;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Confirme se o cBenef é compatível com o CST utilizado;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ajuste o CST ou o código de benefício fiscal, se necessário;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Reenvie a NF-e após a correção.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma, a nota tende a ser autorizada sem novas rejeições.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;dica-importante&quot;&gt;Dica importante&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Se houver dúvida sobre qual código utilizar, procure o contador da empresa. Além disso, você pode consultar o suporte da SEFAZ do seu estado para confirmar a regra aplicada.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A rejeição 931 está diretamente ligada à compatibilidade entre CST, código de benefício fiscal e UF. Portanto, validar essas informações antes da emissão evita retrabalho e atrasos na autorização da NF-e.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, manter a tabela de benefícios fiscais atualizada no sistema é essencial para reduzir esse tipo de erro no dia a dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <title>CFOP 2551 - Compra de bem para o ativo imobilizado</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/cfop-2551-compra-de-bem-para-o-ativo-imobilizado/</id>
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    <updated>2026-01-22T15:47:20-03:00</updated>
    <published>2025-12-23T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="CFOP"/>
    <summary type="text">CFOP 2551 indica a compra interestadual de bens para o ativo imobilizado. Veja quando usar, exemplos práticos e diferenças para outros CFOPs.</summary>
    <content type="html">&lt;p&gt;O CFOP 2551 registra compras de bens destinados ao ativo imobilizado em operações interestaduais. Nesse contexto, as empresas aplicam esse código quando adquirem um bem durável para uso próprio, sem intenção de revenda. Dessa forma, o enquadramento inclui itens incorporados ao patrimônio e utilizados por longo prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os bens mais comuns, estão:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;máquinas e equipamentos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;móveis e utensílios&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;veículos empresariais&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;equipamentos de informática&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-significa-o-cfop-2551&quot;&gt;O que significa o CFOP 2551&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 2551 significa “Compra de bem para o ativo imobilizado” e indica a entrada de mercadoria proveniente de outro estado. Nesse caso, o número inicial 2 identifica a operação interestadual. Além disso, o final 51 demonstra que o bem será integrado ao ativo imobilizado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por esse motivo, o código não se aplica à compra de mercadorias para revenda nem a materiais de consumo imediato.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;para-que-serve-o-cfop-2551&quot;&gt;Para que serve o CFOP 2551&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 2551 serve para registrar corretamente bens duráveis na escrituração fiscal da empresa. Em geral, esses bens apoiam as atividades operacionais por vários anos. Assim, o código separa ativos imobilizados de outros tipos de aquisição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na prática, essa classificação:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;melhora a organização contábil&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;facilita o controle patrimonial&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;reduz riscos de erros fiscais&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/01/getty-images-Ni8HzcOKRE0-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;CFOP 2551&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-usar-o-cfop-2551&quot;&gt;Quando usar o CFOP 2551&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A empresa utiliza o CFOP 2551 quando compra um bem durável de outro estado para uso interno. Em contrapartida, compras destinadas à revenda exigem outro &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop/&quot;&gt;CFOP&lt;/a&gt;. Da mesma forma, materiais de consumo utilizam códigos específicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, a finalidade do bem define a escolha correta do código.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;exemplo-pratico-do-cfop-2551&quot;&gt;Exemplo prático do CFOP 2551&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma empresa localizada em São Paulo compra um computador de um fornecedor do Rio Grande do Sul para uso administrativo. Nesse cenário, a empresa registra a entrada da nota fiscal com o CFOP 2551. Assim, o sistema classifica corretamente o equipamento como ativo imobilizado.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;diferenca-entre-o-cfop-2551-e-outros-cfops&quot;&gt;Diferença entre o CFOP 2551 e outros CFOPs&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 2551 possui finalidade diferente de outros códigos semelhantes. Em geral, cada CFOP atende a um tipo específico de operação fiscal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja as principais diferenças:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;CFOP 2556: compra de material para uso ou consumo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;CFOP 2555: entrada de bens de terceiros&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;CFOP 2552: transferência de bem do ativo imobilizado entre filiais&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;CFOP 2553: devolução de venda de bem do ativo imobilizado&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma, a escolha correta evita inconsistências na escrituração.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-cfop-2551-gera-credito-de-impostos&quot;&gt;O CFOP 2551 gera crédito de impostos?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Na maioria das situações, a empresa não aproveita crédito de PIS e COFINS ao usar o CFOP 2551. Isso ocorre porque o bem não se destina à revenda. Ainda assim, o regime tributário pode alterar essa análise, o que exige avaliação contábil.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;importancia-do-cfop-2551-na-escrituracao-fiscal&quot;&gt;Importância do CFOP 2551 na escrituração fiscal&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O uso correto do CFOP 2551 garante conformidade com a legislação tributária. Além disso, a empresa reduz riscos de autuações e mantém o controle patrimonial atualizado. Como consequência, a gestão contábil se torna mais eficiente.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-evitar-erros-ao-usar-o-cfop-2551&quot;&gt;Como evitar erros ao usar o CFOP 2551&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Antes de lançar a nota fiscal, a empresa confirma a finalidade do bem adquirido. Em seguida, valida se a operação é interestadual. Por fim, a revisão do lançamento no sistema evita retrabalho e inconsistências fiscais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Rejeição 773: Operação Interna e UF de destino difere da UF de origem</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/rejeicao-773-operacao-interna-e-uf-de-destino-difere-da-uf-de-origem/</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="https://blog.nfemais.com.br/rejeicao-773-operacao-interna-e-uf-de-destino-difere-da-uf-de-origem/"/>
    <updated>2026-02-09T16:33:08-03:00</updated>
    <published>2025-12-18T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="Rejeições de notas fiscais"/>
    <summary type="text">Rejeição 773 ocorre quando a NF-e indica operação interna, mas a UF do destinatário difere da UF do emitente. Veja causas e como corrigir.</summary>
    <content type="html">&lt;p&gt;A rejeição 773 ocorre quando a NF-e indica operação estadual, porém a UF do destinatário é diferente da UF do emitente em uma venda para consumidor normal. Assim, a Sefaz identifica conflito nas regras fiscais e bloqueia a autorização da nota.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-significa-a-rejeicao-773-na-nf-e&quot;&gt;O que significa a rejeição 773 na NF-e&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Sefaz retorna a rejeição 773 quando a nota atende todas as condições abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;• operação de entrada ou saída
• idDest igual a 1, indicando operação interna
• indFinal igual a 0, caracterizando consumidor normal
• UF do destinatário diferente da UF do emitente&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante disso, o sistema entende que a operação não pode ser classificada como interna.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;por-que-a-rejeicao-773-acontece&quot;&gt;Por que a rejeição 773 acontece&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em geral, o erro ocorre por inconsistência de dados. Além disso, a falha costuma estar relacionada à configuração incorreta da operação fiscal.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;dados-do-destinatario-incorretos&quot;&gt;Dados do destinatário incorretos&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Primeiro, o endereço do destinatário pode estar errado. Nesse caso, a UF informada não corresponde à realidade da operação. Como resultado, a Sefaz identifica divergência entre a UF de origem e a UF de destino.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;destino-da-operacao-configurado-incorretamente&quot;&gt;Destino da operação configurado incorretamente&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, a operação pode ser interestadual, porém foi marcada como estadual. Dessa forma, mesmo com o endereço correto, o campo idDest provoca a &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/rejeicoes-da-nota-fiscal/&quot;&gt;rejeição&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/01/aral-tasher-D7_Bu5-MfkE-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;rejeição 773&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-a-rejeicao-773-nao-se-aplica&quot;&gt;Quando a rejeição 773 não se aplica&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Apesar disso, a Sefaz define exceções importantes. A rejeição 773 não se aplica quando:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;• a UF de consumo é igual à UF do emitente
• a UF do local de entrega é igual à do emitente e não há local de retirada
• a UF do local de retirada é igual à do destinatário e não há local de entrega
• entrega e retirada possuem a mesma UF
• a operação é destinada a consumidor final, com indFinal igual a 1&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessas situações, portanto, o sistema ignora a validação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-corrigir-a-rejeicao-773&quot;&gt;Como corrigir a rejeição 773&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A correção depende do tipo real da operação. Por isso, é essencial revisar a configuração antes do reenvio da NF-e.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;se-a-operacao-for-estadual&quot;&gt;Se a operação for estadual&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Nesse cenário, se a venda for interna, corrija os dados do destinatário. Assim, a UF do destinatário deve ser igual à UF do emitente. Em seguida, salve a nota e reenvie.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;se-a-operacao-for-interestadual&quot;&gt;Se a operação for interestadual&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, se a venda ocorrer entre estados, faça dois ajustes obrigatórios. Primeiro, altere o idDest de 1 para 2. Depois disso, ajuste o CFOP dos produtos. Nessas operações, o CFOP sempre começa com 6. Assim, a nota passa a refletir corretamente o destino da operação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-verificar-antes-de-reenviar-a-nf-e&quot;&gt;O que verificar antes de reenviar a NF-e&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Antes disso, revise alguns pontos-chave:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;• UF do emitente
• UF do destinatário
• indicador de destino da operação
• CFOP dos itens
• indicador de consumidor final
• endereço de entrega ou retirada&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma, você reduz o risco de nova rejeição.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A rejeição 773 indica erro de classificação da operação ou de dados cadastrais. Portanto, alinhar UF, idDest e CFOP resolve o problema na maioria dos casos. Além disso, com o nfe+, esse tipo de validação se torna mais simples e reduz retrabalho na emissão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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  <entry>
    <title>CFOP 2353 - Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/cfop-2353-aquisicao-de-servico-de-transporte-por-estabelecimento-comercial/</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="https://blog.nfemais.com.br/cfop-2353-aquisicao-de-servico-de-transporte-por-estabelecimento-comercial/"/>
    <updated>2026-01-22T16:17:44-03:00</updated>
    <published>2025-12-16T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="CFOP"/>
    <summary type="text">CFOP 2353: entenda a aquisição de serviço de transporte interestadual por estabelecimentos comerciais, uso correto e impactos no ICMS.</summary>
    <content type="html">&lt;p&gt;O CFOP 2353 indica a aquisição de serviço de transporte interestadual por estabelecimento comercial. Ou seja, ele registra a entrada do serviço quando a transportadora está localizada em outro estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse código aparece na escrituração fiscal do tomador do serviço. Portanto, ele não se aplica à nota de venda de mercadorias nem à circulação de bens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, o 2353 também se aplica a cooperativas enquadradas como estabelecimento comercial. Dessa forma, o enquadramento não se limita a empresas tradicionais do varejo.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-significa-cfop-2353-na-pratica&quot;&gt;O que significa CFOP 2353 na prática&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Na prática, o CFOP 2353 registra o serviço de transporte contratado por um estabelecimento comercial. Assim, a empresa consegue escriturar corretamente o ICMS incidente sobre o frete.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse código tem origem no Convênio s/nº de 1970, Anexo II, que define oficialmente sua aplicação. Por isso, o uso correto evita inconsistências na apuração e no SPED Fiscal.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-usar-o-cfop-2353&quot;&gt;Quando usar o CFOP 2353&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Use o CFOP 2353 quando as condições abaixo forem atendidas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;o serviço for de transporte&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;o tomador for um estabelecimento comercial&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a operação for interestadual&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;o documento de origem for um CT-e&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Em seguida, o sistema contábil converte o CFOP do CT-e para o CFOP de entrada 2353. Dessa forma, a escrituração segue a legislação fiscal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, se o transporte ocorrer dentro do mesmo estado, o código correto será o &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-1353-aquisicao-de-servico-de-transporte-por-estabelecimento-comercial/&quot;&gt;CFOP 1353&lt;/a&gt;. Portanto, a UF da transportadora define o enquadramento.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;exemplo-pratico-de-uso-do-cfop-2353&quot;&gt;Exemplo prático de uso do CFOP 2353&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma loja localizada em São Paulo contrata uma transportadora de Minas Gerais para realizar um frete. O serviço cobre o transporte de mercadorias até o centro de distribuição da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A transportadora emite um CT-e com CFOP 6353. Em seguida, o estabelecimento registra a entrada do serviço com o 2353 na sua escrituração fiscal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, o ICMS do transporte entra corretamente no SPED Fiscal. Como resultado, a empresa evita divergências com o fisco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/01/paolo-margari-KVYPpbpji4E-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;CFOP 2353&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;cfop-2353-e-diferencial-de-aliquota-de-icms&quot;&gt;CFOP 2353 e diferencial de alíquota de ICMS&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sim, o CFOP 2353 envolve o diferencial de alíquota de ICMS nas operações interestaduais. Esse ponto gera dúvidas, porém a regra é objetiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A transportadora recolhe ICMS na origem e no destino da prestação. No entanto, o tomador pode aproveitar créditos conforme a legislação estadual aplicável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando a alíquota da origem é maior que a do destino, ocorre compensação. Assim, o custo final do imposto pode ser reduzido.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;relacao-entre-cfop-2353-e-sped-fiscal&quot;&gt;Relação entre CFOP 2353 e SPED Fiscal&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O 2353 deve constar na EFD ICMS/IPI para identificar corretamente a natureza do serviço. Dessa forma, o fisco consegue validar o cálculo do imposto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando o código está incorreto, o SPED aponta inconsistências automaticamente. Como consequência, o risco de autuação e multas aumenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, sistemas de gestão costumam converter automaticamente o CFOP do CT-e. Assim, a escrituração fica mais segura e padronizada.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;outros-cfops-de-aquisicao-de-servico-de-transporte&quot;&gt;Outros CFOPs de aquisição de serviço de transporte&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Além do CFOP 2353, existem outros códigos no mesmo nível:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;2351: execução de serviço da mesma natureza&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;2352: estabelecimento industrial&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;2354: prestador de serviço de comunicação&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;2355: geradora ou distribuidora de energia elétrica&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;2356: produtor rural&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Nesse contexto, o último dígito define o tipo de tomador do serviço. Portanto, a escolha do CFOP exige atenção.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 2353 registra a aquisição de serviço de transporte interestadual por estabelecimento comercial. Ele impacta diretamente o ICMS, o SPED Fiscal e a conformidade tributária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando usado corretamente, o código reduz riscos fiscais e melhora o controle dos custos de frete. Portanto, revisar processos e sistemas é essencial para evitar erros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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  <entry>
    <title>CFOP 2101 - Compra para industrialização</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/cfop-2101-compra-para-industrializacao/</id>
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    <updated>2026-01-22T14:59:58-03:00</updated>
    <published>2025-12-11T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="CFOP"/>
    <summary type="text">CFOP 2101 é usado na compra interestadual de mercadorias para industrialização ou produção rural. Veja quando aplicar e evite erros fiscais.</summary>
    <content type="html">&lt;p&gt;O CFOP 2101 identifica a compra interestadual de mercadorias para industrialização ou produção rural. Nesse caso, o código registra a entrada de insumos vindos de outro estado que serão usados no processo produtivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, ele se aplica quando a empresa transforma a mercadoria adquirida.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-significa-o-cfop-2101&quot;&gt;O que significa o CFOP 2101&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 2101 classifica operações de entrada. Além disso, ele indica que a mercadoria tem origem interestadual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, esse CFOP não se refere a vendas nem a saídas de mercadorias.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-usar-o-cfop-2101&quot;&gt;Quando usar o CFOP 2101&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Use o CFOP 2101 nas seguintes situações:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Compra de matéria-prima para industrialização.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Aquisição de insumos para produção rural.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Entrada de mercadorias em cooperativas para industrialização.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Compra interestadual de produtos destinados à fabricação.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Em todos esses casos, a mercadoria entra diretamente no processo produtivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/01/blake-wisz-Xn5FbEM9564-unsplash-1.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;CFOP 2101&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;exemplos-praticos-de-uso&quot;&gt;Exemplos práticos de uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, uma indústria de alimentos no Rio Grande do Sul compra milho de um fornecedor no Mato Grosso do Sul para fabricar ração. Nesse cenário, a nota fiscal de entrada utiliza o CFOP 2101.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da mesma forma, um produtor rural compra sementes de outro estado para o plantio. Nesse caso, a operação também usa esse &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop/&quot;&gt;CFOP&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;cfop-2101-em-cooperativas&quot;&gt;CFOP 2101 em cooperativas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Além das indústrias, o CFOP 2101 também se aplica às cooperativas. Quando a cooperativa recebe mercadorias de seus cooperados para industrialização, esse código registra a entrada corretamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma, a operação atende às exigências fiscais.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;por-que-o-cfop-2101-comeca-com-2&quot;&gt;Por que o CFOP 2101 começa com 2&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Os CFOPs iniciados com 2 indicam entradas interestaduais. Ou seja, a compra ocorre entre estados diferentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, sempre que a mercadoria vier de outro estado e for usada na produção, o CFOP 2101 deve ser utilizado.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;diferenca-entre-cfop-2101-e-outros-cfops&quot;&gt;Diferença entre CFOP 2101 e outros CFOPs&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 2101 atende operações de industrialização ou produção rural. Por outro lado, compras destinadas à revenda usam códigos diferentes, como o CFOP 2102.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, identificar corretamente a finalidade da mercadoria evita erros fiscais.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;riscos-de-usar-o-cfop-incorreto&quot;&gt;Riscos de usar o CFOP incorreto&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O uso do CFOP errado pode gerar problemas fiscais. Entre eles, destacam-se:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Rejeição da NF-e.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Erros na apuração do ICMS.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Inconsistências contábeis.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Multas em fiscalizações.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Portanto, a escolha correta do CFOP reduz riscos tributários.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;resumo-rapido-sobre-o-cfop-2101&quot;&gt;Resumo rápido sobre o CFOP 2101&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em resumo, o CFOP 2101 registra a entrada interestadual de mercadorias para industrialização ou produção rural. Assim, indústrias, produtores rurais e cooperativas devem usar esse código ao comprar insumos de outro estado para produção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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  <entry>
    <title>CFOP 1551: Compra de bem para o ativo imobilizado</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/cfop-1551-compra-de-bem-para-o-ativo-imobilizado/</id>
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    <updated>2026-01-22T10:23:01-03:00</updated>
    <published>2025-12-09T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="CFOP"/>
    <summary type="text">CFOP 1551 indica a compra de bens para o ativo imobilizado. Veja quando usar, tributação, CST e a diferença para o CFOP 1556.</summary>
    <content type="html">&lt;p&gt;Primeiramente, o CFOP 1551 indica a compra de bem destinado ao ativo imobilizado em operações internas. Por isso, a empresa aplica esse código quando adquire um bem durável, sem intenção de revenda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, o código aparece na compra de máquinas, equipamentos, veículos e itens que integram o patrimônio da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-e-o-cfop-1551&quot;&gt;O que é o CFOP 1551&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;De forma objetiva, o CFOP 1551 classifica entradas de bens de uso duradouro. Logo, a empresa utiliza esses bens nas atividades por longo prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dessa maneira, o código registra a incorporação do bem ao ativo imobilizado. Consequentemente, ele garante a escrituração fiscal correta da operação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-usar-o-cfop-1551&quot;&gt;Quando usar o CFOP 1551&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em regra, a empresa deve usar o CFOP 1551 quando a compra atende a critérios específicos. Entre eles, estão:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;o bem integra o patrimônio da empresa;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;não existe intenção de revenda;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a operação ocorre dentro do mesmo estado;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;o item possui uso prolongado.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3 id=&quot;exemplos-comuns&quot;&gt;Exemplos comuns&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, a empresa usa o CFOP 1551 nos seguintes casos:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;compra de máquinas industriais;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;aquisição de veículos para frota própria;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;compra de equipamentos de TI;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;aquisição de ferramentas de alto valor.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;diferenca-entre-cfop-1551-e-cfop-1556&quot;&gt;Diferença entre CFOP 1551 e CFOP 1556&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Frequentemente, surge a dúvida entre classificar o item como ativo imobilizado ou despesa.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;CFOP 1551: a empresa incorpora o bem ao patrimônio.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-1556-compra-de-material-para-uso-ou-consumo/&quot;&gt;CFOP 1556&lt;/a&gt;: a empresa lança o material como uso ou consumo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Portanto, a classificação depende do tratamento contábil do item. Não depende, apenas, do valor pago.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/01/getty-images-8M-svu_Y6QI-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;CFOP 1551&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1124&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;estrutura-do-cfop-1551&quot;&gt;Estrutura do CFOP 1551&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para facilitar a análise, o CFOP 1551 apresenta a seguinte estrutura:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;1: operação de entrada;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;5: compra;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;5: ativo imobilizado;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;1: operação interna.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Assim, a Sefaz identifica corretamente a natureza da operação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;cfop-1551-tem-tributacao&quot;&gt;CFOP 1551 tem tributação?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Depende da legislação estadual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em muitos cenários, a operação gera ICMS, PIS e COFINS. Ainda assim, alguns estados aplicam diferimento ou isenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, a empresa deve analisar a legislação local antes da emissão.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;qual-cst-usar-no-cfop-1551&quot;&gt;Qual CST usar no CFOP 1551&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Normalmente, a empresa utiliza o CST 090. Isso ocorre quando a operação não gera incidência de ICMS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, o CST correto depende do enquadramento fiscal da empresa. Logo, cada operação exige análise individual.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;tem-icms-no-cfop-1551&quot;&gt;Tem ICMS no CFOP 1551?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sim, o CFOP 1551 pode gerar ICMS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porém, a incidência não ocorre automaticamente. Assim, o tipo de bem, o estado e o direito ao crédito definem a tributação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;cfop-1551-ou-1406-qual-usar&quot;&gt;CFOP 1551 ou 1406: qual usar?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nesse caso, a finalidade do item define o CFOP correto:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;1406: uso ou consumo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;1551: ativo imobilizado.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Portanto, se o bem integra o patrimônio, use o CFOP 1551. Caso contrário, utilize o CFOP 1406.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;por-que-usar-o-cfop-correto-e-essencial&quot;&gt;Por que usar o CFOP correto é essencial&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Quando a empresa aplica o CFOP corretamente, ela evita erros fiscais. Além disso, mantém controle contábil e reduz riscos de autuação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Consequentemente, a gestão do ativo imobilizado se torna mais eficiente.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em resumo, o CFOP 1551 se aplica à compra de bens para o ativo imobilizado em operações internas. Portanto, ele garante conformidade fiscal e controle patrimonial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, a aplicação correta do CFOP reduz riscos e fortalece a gestão da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Rejeição 663: Alíquota do ICMS com valor superior a 4 por cento na operação de saída interestadual com produtos importados</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/rejeicao-663-aliquota-do-icms-com-valor-superior-a-4-por-cento-na-operacao-de-saida-interestadual-com-produtos-importados/</id>
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    <updated>2026-01-22T16:18:59-03:00</updated>
    <published>2025-12-04T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="Rejeições de notas fiscais"/>
    <summary type="text">Entenda o que é a rejeição 663 da NF-e, quando ocorre e como corrigir a alíquota do ICMS em operações interestaduais com produtos importados.</summary>
    <content type="html">&lt;p&gt;A rejeição 663 ocorre quando a NF-e informa alíquota de ICMS superior a 4% em uma saída interestadual de produto importado ou com conteúdo de importação. Além disso, essa validação depende de um conjunto específico de campos fiscais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse contexto, a SEFAZ bloqueia a autorização da nota sempre que identifica divergência. Por esse motivo, o erro aparece mesmo quando apenas um campo está incorreto.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-a-rejeicao-663-acontece&quot;&gt;Quando a rejeição 663 acontece&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em primeiro lugar, a nota precisa ser de saída (tpNF = 1).
Em seguida, a operação deve ser interestadual (idDest = 2).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, a origem do produto deve ser 1, 2, 3 ou 8.
Da mesma forma, o CST do ICMS precisa ser 00, 10, 20, 70 ou 90.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois disso, a data de emissão deve ser igual ou posterior a 01/01/2013.
Por fim, a alíquota do ICMS informada precisa ser maior que 4%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, quando todas essas condições se confirmam, a rejeição ocorre.
Caso alguma delas não se aplique, a regra não é acionada.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;origem-da-mercadoria-que-gera-a-rejeicao&quot;&gt;Origem da mercadoria que gera a rejeição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Inicialmente, a rejeição 663 se aplica a mercadorias com origem importada. Nesse grupo, a SEFAZ considera as seguintes classificações:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;1 – Estrangeira, importação direta&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;2 – Estrangeira, adquirida no mercado interno&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;3 – Nacional com conteúdo de importação acima de 40%&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;8 – Nacional com conteúdo de importação acima de 70%&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Em seguida, o sistema cruza essa informação com o CST. Como consequência, qualquer inconsistência ativa a validação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;csts-envolvidos-na-validacao&quot;&gt;CSTs envolvidos na validação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Da mesma forma, apenas alguns CSTs entram nessa regra. Entre eles, estão:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;00 – Tributada integralmente&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;10 – Tributada com ICMS ST&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;20 – Com redução de base de cálculo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;70 – Redução de base e ICMS ST&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;90 – Outros&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, se outro CST for utilizado, a rejeição 663 não se aplica. Nesse caso, o erro costuma estar ligado a outra validação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/01/getty-images-nizVkEmowkY-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;rejeição 663&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;excecoes-da-rejeicao-663&quot;&gt;Exceções da rejeição 663&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Apesar da regra geral, existem exceções previstas pela SEFAZ. Entre as principais, destacam-se:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Operações de devolução ou retorno de mercadorias.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;NF-e complementar, quando a nota referenciada é anterior a 01/01/2013.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Venda de veículos novos com venda direta ou faturamento direto ao consumidor final.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;CFOPs específicos, como 6107, 6108 e 6.929, conforme nota técnica.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Destinatário não contribuinte, em NF-es emitidas antes de 01/07/2016.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Por isso, antes de alterar qualquer campo, é essencial validar o cenário da operação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;exemplo-pratico-da-rejeicao-663&quot;&gt;Exemplo prático da rejeição 663&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, imagine uma NF-e de saída interestadual para outro estado. Nesse caso, o produto possui origem estrangeira e CST 00.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se a alíquota do ICMS for informada como 12% ou 18%, a nota será rejeitada. Isso ocorre porque, nessa situação, a alíquota máxima permitida é 4%.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-resolver-a-rejeicao-663&quot;&gt;Como resolver a rejeição 663&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Na maioria dos casos, a correção exige ajustes simples.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Primeiro, verifique a origem do produto no cadastro.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em seguida, confira o CST do ICMS informado no item.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Depois disso, analise o CFOP utilizado na operação.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Então, ajuste a alíquota do ICMS para 4%, se a regra exigir.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Na sequência, recalcule o valor do ICMS do item.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Por fim, atualize o total do ICMS da nota.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Após essas etapas, reenvie a NF-e pelo emissor.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;campos-que-merecem-atencao&quot;&gt;Campos que merecem atenção&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para evitar novas rejeições, revise estes campos com atenção:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;idDest&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;orig&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;CST&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;pICMS&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop/&quot;&gt;CFOP&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;finNFe&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;NF-e referenciada, quando existir&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Dados de veículos, se aplicável&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma, o risco de erro no próximo envio diminui.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em resumo, a rejeição 663 indica incompatibilidade entre alíquota, origem do produto e tipo de operação. Portanto, ao compreender a regra e suas exceções, a correção se torna rápida e segura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <title>CFOP 1652: Compra de combustível ou lubrificante para comercialização</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/cfop-1652-compra-de-combustivel-ou-lubrificante-para-comercializacao/</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="https://blog.nfemais.com.br/cfop-1652-compra-de-combustivel-ou-lubrificante-para-comercializacao/"/>
    <updated>2026-01-22T09:36:23-03:00</updated>
    <published>2025-12-02T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="CFOP"/>
    <summary type="text">CFOP 1652: entenda quando usar na compra de combustível ou lubrificante para revenda, veja exemplos práticos e evite erros na nota fiscal.</summary>
    <content type="html">&lt;p&gt;O CFOP 1652 registra a compra de combustíveis ou lubrificantes destinados à revenda. As empresas usam esse código em notas fiscais de entrada quando pretendem comercializar a mercadoria.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;para-que-serve-o-cfop-1652&quot;&gt;Para que serve o CFOP 1652&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Primeiramente, o CFOP 1652 indica que a empresa adquiriu combustível ou lubrificante com finalidade de revenda. Ou seja, o produto não atende ao consumo interno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, postos de combustíveis, distribuidoras e revendedores de lubrificantes utilizam esse CFOP com frequência. Portanto, ele faz parte da rotina fiscal desse segmento.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quais-produtos-se-enquadram-nesse-cfop&quot;&gt;Quais produtos se enquadram nesse CFOP&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 1652 abrange combustíveis e lubrificantes. Entre os exemplos mais comuns estão gasolina, diesel, etanol e óleos lubrificantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em seguida, vale reforçar que esse código não se aplica a outros tipos de mercadoria. Nesses casos, a empresa precisa escolher um &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop/&quot;&gt;CFOP&lt;/a&gt; compatível com o produto e a operação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;natureza-da-operacao-do-cfop-1652&quot;&gt;Natureza da operação do CFOP 1652&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 1652 representa uma operação de entrada de mercadoria. Normalmente, a compra ocorre dentro do mesmo estado, já que o código começa com o número “1”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Consequentemente, a empresa registra a aquisição de produtos de terceiros. O estoque recebe a mercadoria com foco na venda futura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/01/getty-images-DW9tcl6fMug-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;CFOP 1652&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1125&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;diferenca-entre-cfop-1652-e-cfop-1653&quot;&gt;Diferença entre CFOP 1652 e CFOP 1653&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, o CFOP 1652 não se confunde com o CFOP 1653. O CFOP 1653 atende às compras de combustível destinadas ao consumo próprio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, a finalidade da compra define o código correto. Sempre que houver revenda, a empresa deve aplicar o 1652.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;exemplo-pratico-de-uso-do-cfop-1652&quot;&gt;Exemplo prático de uso do CFOP 1652&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em um exemplo prático, um posto de gasolina compra diesel de uma distribuidora localizada no mesmo estado. Em seguida, o posto vende esse combustível aos clientes finais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse cenário, a nota fiscal de entrada utiliza o 1652. Dessa forma, o Fisco identifica corretamente a finalidade da operação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;por-que-usar-o-cfop-correto-e-importante&quot;&gt;Por que usar o CFOP correto é importante&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O uso correto do CFOP 1652 evita inconsistências fiscais. Além disso, a empresa reduz o risco de rejeições e autuações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em alguns casos, os sistemas da SEFAZ validam a nota automaticamente. Assim, a escrituração fiscal permanece organizada e em conformidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Rejeição 521: Operação Interna e UF do emitente difere da UF do destinatário/remetente contribuinte do ICMS</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/rejeicao-521-operacao-interna-e-uf-do-emitente-difere-da-uf-do-destinatario-remetente-contribuinte-do-icms/</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="https://blog.nfemais.com.br/rejeicao-521-operacao-interna-e-uf-do-emitente-difere-da-uf-do-destinatario-remetente-contribuinte-do-icms/"/>
    <updated>2026-01-22T09:19:34-03:00</updated>
    <published>2025-11-27T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="Rejeições de notas fiscais"/>
    <summary type="text">Entenda o que é a Rejeição 521 na NF-e, por que ela ocorre e como corrigir idDest e CFOP para autorizar a nota sem erros.</summary>
    <content type="html">&lt;p&gt;A Rejeição 521 acontece quando a NF-e indica uma operação interna. Além disso, o erro surge porque o emitente e o destinatário residem em estados diferentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse contexto, a Sefaz cruza o tipo de operação, a UF das partes e o CFOP informado. Como resultado, o sistema identifica inconsistência e bloqueia a autorização da nota fiscal.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;qual-e-a-mensagem-da-rejeicao-521&quot;&gt;Qual é a mensagem da rejeição 521?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A mensagem retornada pela Sefaz é: Rejeição 521 – Operação interna e UF do emitente difere da UF do destinatário ou remetente contribuinte do ICMS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse cenário, a validação considera apenas operações em que o destinatário atua como contribuinte do ICMS.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-causa-a-rejeicao-521&quot;&gt;O que causa a rejeição 521?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/rejeicoes-da-nota-fiscal/&quot;&gt;rejeição&lt;/a&gt; ocorre quando três situações se combinam.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Primeiramente, o emissor preenche o idDest como 1, indicando operação interna.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em seguida, o destinatário aparece localizado em uma UF diferente da UF do emitente.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Além disso, o CFOP utilizado indica operação estadual, iniciado por 1 ou 5.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Assim, o sistema entende que a operação deveria ocorrer dentro do mesmo estado. No entanto, os dados indicam uma operação entre UFs distintas.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;exemplo-comum&quot;&gt;Exemplo comum&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Considere a seguinte situação prática.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Primeiro, o emitente está localizado no Rio Grande do Sul.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Depois, o destinatário está localizado em Goiás.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Além disso, o idDest está preenchido como 1.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Por fim, o CFOP informado é 5101.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Nesse caso, a Sefaz rejeita a NF-e com o código 521.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/01/nick-morrison-FHnnjk1Yj7Y-unsplash-1.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;rejeição 521&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1500&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;qual-e-a-regra-de-validacao-da-sefaz&quot;&gt;Qual é a regra de validação da Sefaz?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Sefaz aplica a rejeição quando identifica, ao mesmo tempo, três condições específicas.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Primeiramente, o idDest indica operação interna.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em seguida, a UF do emitente difere da UF do destinatário.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Além disso, o destinatário possui Inscrição Estadual ativa.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma, sempre que essas condições aparecem juntas, o sistema impede a autorização da NF-e.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;existem-excecoes-para-a-rejeicao-521&quot;&gt;Existem exceções para a rejeição 521?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sim. Em situações específicas, a Sefaz não aplica essa validação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primeiramente, a rejeição não ocorre quando a UF de consumo coincide com a UF do emitente. Além disso, a regra não se aplica quando a operação é presencial e não possui frete.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso da NFC-e, quando o emissor não informa o endereço do destinatário, o sistema considera a mesma UF do emitente. Nesse contexto, a operação permanece caracterizada como interna.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-resolver-a-rejeicao-521&quot;&gt;Como resolver a rejeição 521?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A correção depende do tipo real da operação informada na nota fiscal.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;quando-a-operacao-e-interestadual&quot;&gt;Quando a operação é interestadual&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Se o destinatário estiver em outro estado, o emissor deve realizar alguns ajustes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primeiramente, deve alterar o idDest para 2, indicando operação interestadual. Em seguida, deve informar um CFOP interestadual, iniciado por 2 ou 6.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, o emissor pode substituir o CFOP 5101 pelo CFOP 6101 e ajustar o idDest de 1 para 2.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Após esses ajustes, o emissor pode reenviar a NF-e normalmente.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;quando-a-operacao-e-realmente-estadual&quot;&gt;Quando a operação é realmente estadual&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Se a operação ocorrer dentro do mesmo estado, o emissor deve revisar os dados do destinatário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primeiramente, é importante conferir o endereço informado. Em seguida, deve confirmar se a UF do destinatário é a mesma do emitente. Além disso, o CFOP precisa iniciar por 1 ou 5.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, emitente e destinatário permanecem vinculados à mesma UF, evitando a rejeição.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;atencao-ao-cfop&quot;&gt;Atenção ao CFOP&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O início do CFOP define o tipo de operação e influencia diretamente a validação da NF-e.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Primeiramente, CFOP iniciado por 1 ou 5 indica operação estadual.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em seguida, CFOP iniciado por 2 ou 6 indica operação interestadual.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Por fim, CFOP iniciado por 3 ou 7 indica operação com o exterior.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Por isso, a escolha incorreta do CFOP representa uma das causas mais frequentes da rejeição 521.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;a-rejeicao-521-gera-multa&quot;&gt;A rejeição 521 gera multa?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não. A rejeição 521 não gera multa, não cria débitos fiscais e não provoca bloqueios cadastrais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse sentido, a Sefaz apenas impede a autorização da nota até que o emissor corrija as informações.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Rejeição 521 indica erro no enquadramento da operação fiscal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na maioria das situações, o problema envolve o preenchimento do idDest ou a escolha do CFOP. Assim, ao revisar os estados do emitente e do destinatário e ajustar corretamente o tipo de operação, o emissor evita novas rejeições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, quando surgirem dúvidas, o apoio da contabilidade contribui para uma emissão correta desde a primeira tentativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Rejeição 501: Prazo de cancelamento superior ao previsto na Legislação</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/rejeicao-501-prazo-de-cancelamento-superior-ao-previsto-na-legislacao/</id>
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    <updated>2026-01-22T16:45:58-03:00</updated>
    <published>2025-11-25T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="Rejeições de notas fiscais"/>
    <summary type="text">Rejeição 501 na NF-e ou NFC-e ocorre ao tentar cancelar a nota fora do prazo legal. Veja prazos, causas e como resolver corretamente.</summary>
    <content type="html">&lt;p&gt;A Rejeição 501 acontece quando o emissor tenta cancelar uma NF-e (modelo 55) ou NFC-e (modelo 65). Isso ocorre porque o pedido de cancelamento foi realizado após o prazo limite definido pela legislação estadual. Nesse caso, a Sefaz bloqueia o evento de cancelamento automaticamente.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-e-a-rejeicao-501&quot;&gt;O que é a rejeição 501&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A rejeição 501 indica um pedido de cancelamento intempestivo. Ou seja, o sistema identifica que a nota ultrapassou o tempo máximo permitido para cancelamento. Por isso, o evento não é autorizado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, a regra se aplica tanto à NF-e quanto à NFC-e. No entanto, cada modelo possui um prazo próprio, definido pela legislação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;qual-e-o-prazo-de-cancelamento&quot;&gt;Qual é o prazo de cancelamento&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Na maioria dos estados, os prazos seguem este padrão:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;NF-e (modelo 55)&lt;/strong&gt;: até &lt;strong&gt;24 horas&lt;/strong&gt; após a autorização&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;NFC-e (modelo 65)&lt;/strong&gt;: até &lt;strong&gt;30 minutos&lt;/strong&gt; após a autorização&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, algumas Unidades Federativas adotam prazos menores. Por esse motivo, a verificação da legislação estadual é indispensável antes de enviar o cancelamento.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-a-rejeicao-501-acontece&quot;&gt;Quando a rejeição 501 acontece&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A rejeição 501 ocorre, principalmente, nas seguintes situações:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Cancelamento de &lt;strong&gt;NF-e após 24 horas&lt;/strong&gt; da autorização&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cancelamento de &lt;strong&gt;NFC-e após 30 minutos&lt;/strong&gt; da autorização&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Envio do evento fora do prazo previsto na legislação estadual&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Assim, mesmo que a nota esteja correta, o sistema impede o cancelamento. Consequentemente, a nota permanece válida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2026/01/getty-images-MYkF8eV4xFs-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;rejeição 501&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1351&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;regra-de-validacao-da-sefaz&quot;&gt;Regra de validação da Sefaz&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Sefaz aplica uma regra obrigatória em todas as UFs. De forma objetiva, a validação funciona assim:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Modelo 55 (NF-e)&lt;/strong&gt;: &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/rejeicoes-da-nota-fiscal/&quot;&gt;rejeição&lt;/a&gt; se a nota estiver autorizada há mais de 1 dia&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Modelo 65 (NFC-e)&lt;/strong&gt;: rejeição se a nota estiver autorizada há mais de 30 minutos&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Essa regra segue a Nota Técnica 2015/002. Portanto, o emissor não consegue concluir o cancelamento fora do prazo pelo sistema.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-resolver-a-rejeicao-501&quot;&gt;Como resolver a rejeição 501&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A forma de correção depende do tipo de documento fiscal emitido. Assim, é importante avaliar o modelo antes de agir.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;nf-e-modelo-55&quot;&gt;NF-e (modelo 55)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Algumas Sefaz permitem o Cancelamento Extemporâneo, que ocorre fora do prazo legal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse cenário, o emissor deve:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Acessar o site da &lt;strong&gt;Sefaz do seu estado&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Solicitar autorização para cancelamento fora do prazo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Após a liberação, enviar o evento novamente&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Caso o estado não autorize esse procedimento, existe outra alternativa. Nesse contexto, o emissor precisa:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Emitir uma &lt;strong&gt;NF-e de devolução ou estorno&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Referenciar a NF-e original&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ajustar os impostos conforme a operação&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3 id=&quot;nfc-e-modelo-65&quot;&gt;NFC-e (modelo 65)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Para NFC-e, a Sefaz &lt;strong&gt;não orienta&lt;/strong&gt; o cancelamento fora do prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, muitos emissores adotam a seguinte prática:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Emitir uma &lt;strong&gt;NF-e (modelo 55) de devolução&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Referenciar a NFC-e original&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Ainda assim, esse procedimento não possui regulamentação formal. Por essa razão, o tema continua em discussão entre os órgãos fiscais.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;a-rejeicao-501-gera-multa&quot;&gt;A rejeição 501 gera multa?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não. A rejeição 501 não gera multa automática e não cria débitos fiscais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo assim, a nota permanece válida. Dessa forma, o emissor precisa corrigir os efeitos fiscais da operação para evitar inconsistências.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-evitar-a-rejeicao-501&quot;&gt;Como evitar a rejeição 501&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para reduzir a chance desse erro:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Cancele a nota &lt;strong&gt;logo após a autorização&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Verifique o &lt;strong&gt;prazo específico da sua UF&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Oriente o cliente antes de emitir a NFC-e&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Utilize um sistema emissor com alertas de prazo&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Assim, o processo se torna mais previsível. Além disso, o risco de retrabalho diminui.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Rejeição 501 indica que o cancelamento da NF-e ou NFC-e foi solicitado fora do prazo legal. Embora não gere penalidades diretas, ela exige ações corretivas para evitar impactos fiscais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, acompanhar os prazos da legislação estadual é a forma mais segura de prevenir esse problema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Rejeição 204: Duplicidade de NF-e [nRec:999999999999999]</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/rejeicao-204-duplicidade-de-nf-e-nrec999999999999999/</id>
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    <updated>2026-01-22T16:20:16-03:00</updated>
    <published>2025-11-20T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="Rejeições de notas fiscais"/>
    <summary type="text">Rejeição 204: saiba como identificar e corrigir duplicidade de NF-e, evitar reenvios e manter sua empresa em conformidade fiscal.</summary>
    <content type="html">&lt;h2 id=&quot;o-que-e-a-rejeicao-204&quot;&gt;O que é a rejeição 204?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Rejeição 204 na NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) indica &lt;strong&gt;“Duplicidade de NF-e”&lt;/strong&gt;, ou seja, a SEFAZ identificou que uma nota fiscal com &lt;strong&gt;a mesma chave de acesso&lt;/strong&gt; já existe na base de dados. Isso ocorre quando o sistema tenta transmitir uma NF-e que já recebeu autorização anteriormente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em geral, essa &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/rejeicoes-da-nota-fiscal/&quot;&gt;rejeição&lt;/a&gt; acontece por:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Reenvio de uma nota já autorizada;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Instabilidade na comunicação durante a transmissão;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Falha no retorno do protocolo de autorização;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Duplicidade na geração da chave de acesso pelo sistema emissor.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Como resultado, a SEFAZ bloqueia o processamento para evitar duas NF-e idênticas.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;por-que-a-rejeicao-204-ocorre&quot;&gt;Por que a rejeição 204 ocorre?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Rejeição 204 ocorre porque a SEFAZ já registrou a NF-e. Mesmo que o emissor não tenha visto a autorização, o documento já consta no ambiente fiscal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada NF-e possui uma &lt;strong&gt;chave de acesso única&lt;/strong&gt;, formada por dados como CNPJ, número da nota, série e data de emissão. Quando esses dados se repetem, a SEFAZ detecta a duplicidade imediatamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, o sistema entende que o emissor tenta reenviar uma nota já processada. As causas mais comuns dessa rejeição incluem:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Falha de comunicação: a nota foi autorizada, mas o sistema não recebeu o retorno do protocolo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Reenvio manual indevido: o usuário reenviou a NF-e acreditando que a transmissão havia falhado;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Problemas no sistema emissor: o software não salvou corretamente o status da nota;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Duplicidade de numeração: o sistema gerou duas NF-e com o mesmo número e série;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Uso incorreto do nRec: o emissor tentou reutilizar o mesmo número de recibo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Em resumo, a rejeição 204 não indica erro fiscal, mas que a NF-e já existe na SEFAZ.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;causas-comuns-da-rejeicao-204&quot;&gt;Causas comuns da rejeição 204&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Nota já autorizada: a NF-e recebeu autorização anteriormente;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Instabilidade na internet: a autorização ocorreu, mas o sistema não recebeu o retorno;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Reenvio automático do sistema: o emissor tentou reenviar a nota sem checar o status;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Duplicidade de chave de acesso: o mesmo CNPJ, número, série e data;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Erro no controle de numeração: falha no gerenciamento da sequência de NF-e.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/12/louise-viallesoubranne-5EhN4wbfvBc-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;rejeição 204&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-resolver-a-rejeicao-204&quot;&gt;Como resolver a rejeição 204?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para resolver a rejeição 204, confirme se a NF-e já recebeu autorização antes de reenviar.&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Consulte a NF-e na SEFAZ: use a chave de acesso no portal da NF-e para verificar o status.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Verifique o sistema emissor: confirme se a nota consta como autorizada, rejeitada ou pendente.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Evite reenviar a NF-e: se a nota já estiver autorizada, não faça um novo envio.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Recupere o protocolo de autorização: se a nota estiver autorizada, mas sem protocolo no sistema, importe o XML autorizado.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Corrija a numeração, se necessário: se a nota não existir, gere uma NF-e com número diferente.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Apenas reenviar a nota se ela &lt;strong&gt;não recebeu autorização&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;prevencao-de-erros-futuros-na-nf-e&quot;&gt;Prevenção de erros futuros na NF-e&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para reduzir problemas, sempre confira o status da NF-e antes do envio. Garanta que o sistema registre corretamente protocolos e numeração das notas. Além disso, evite reenvios automáticos sem checar a autorização anterior.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;conclusao&quot;&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em suma, a Rejeição 204 “Duplicidade de NF-e” alerta sobre registros duplicados. Na maioria dos casos, basta localizar a nota ou importar o XML no sistema. Antes de reenviar qualquer NF-e, consulte sempre o status do documento. Assim, evita-se retrabalho, confusão operacional e problemas fiscais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <title>CFOP 1353 - Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/cfop-1353-aquisicao-de-servico-de-transporte-por-estabelecimento-comercial/</id>
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    <updated>2026-01-22T16:42:01-03:00</updated>
    <published>2025-11-18T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="CFOP"/>
    <summary type="text">Entenda o CFOP 1353, quando usar na aquisição de serviço de transporte e como registrar corretamente essa operação fiscal.</summary>
    <content type="html">&lt;h2 id=&quot;o-que-e-o-cfop-1353&quot;&gt;O que é o CFOP 1353&lt;/h2&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;CFOP 1353 - Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 1353 classifica a aquisição de serviço de transporte contratada por um estabelecimento comercial. Primeiramente, ele registra a entrada de um serviço prestado por transportadora, sem envolver a compra da mercadoria transportada. Além disso, aplica-se apenas a operações realizadas dentro do mesmo estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, esse enquadramento formaliza a contratação do frete e garante a correta escrituração fiscal do serviço.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-funciona-a-classificacao-do-cfop&quot;&gt;Como funciona a classificação do CFOP&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A estrutura do código segue a lógica padrão do &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop/&quot;&gt;CFOP&lt;/a&gt;. Nesse sentido, cada dígito possui uma função específica na identificação da operação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse enquadramento, temos:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;: entrada de serviço no estabelecimento;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt;: grupo de aquisições de serviços de transporte;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;53&lt;/strong&gt;: contratação de transporte por empresa comercial.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma, a classificação identifica serviços de transporte pagos pelo comércio, sem relação direta com a compra da mercadoria.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-usar-o-cfop-1353-na-pratica&quot;&gt;Quando usar o CFOP 1353 na prática&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Esse enquadramento é utilizado quando a empresa comercial contrata e paga pelo serviço de transporte. Em resumo, ele se aplica exclusivamente a operações internas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Use essa classificação nas seguintes situações:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Primeiramente, no envio de mercadorias com frete pago pelo remetente;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em seguida, no transporte contratado após a compra do produto;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Por fim, em operações em que o custo do frete não está embutido no valor da mercadoria.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, quando o serviço ocorre entre estados, deve-se utilizar o código equivalente &lt;strong&gt;2353&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/11/charlesdeluvio-Lks7vei-eAg-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;CFOP 1353&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;registro-da-entrada-do-servico-de-transporte&quot;&gt;Registro da entrada do serviço de transporte&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A entrada deve ser registrada com base na nota fiscal emitida pela transportadora, vinculada ao CFOP 1353. Nesse momento, o documento precisa indicar corretamente a natureza do serviço prestado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em seguida, a empresa deve escriturar a nota no sistema fiscal. Isso garante controle de custos e correta apuração dos tributos envolvidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo sendo um serviço, o registro é obrigatório para evitar inconsistências fiscais.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;existe-devolucao-nesse-tipo-de-operacao&quot;&gt;Existe devolução nesse tipo de operação?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não existe devolução, pois o enquadramento se refere a um serviço já prestado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caso haja erro, a correção deve ocorrer por meio de cancelamento da nota ou emissão de documento complementar, conforme a situação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quem-pode-utilizar-o-cfop-de-transporte&quot;&gt;Quem pode utilizar o CFOP de transporte&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Qualquer estabelecimento comercial que contrate serviço de transporte dentro do mesmo estado pode utilizar esse enquadramento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Exemplos comuns incluem:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;comércios varejistas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;atacadistas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;distribuidoras.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;No entanto, ele não se aplica a indústrias nem à aquisição de mercadorias.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;incidencia-de-impostos-no-servico-contratado&quot;&gt;Incidência de impostos no serviço contratado&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não há substituição tributária de mercadorias. Contudo, pode haver incidência de ICMS sobre o serviço de transporte, conforme a legislação estadual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, antes da escrituração, é importante verificar:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;se há destaque de ICMS na nota;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;quem é o responsável pelo recolhimento;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;se o imposto já foi retido pela transportadora.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;section class=&quot;faq&quot;&gt;&lt;h2 id=&quot;duvidas-frequentes-sobre-o-cfop-1353&quot;&gt;Dúvidas frequentes sobre o CFOP 1353&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;faq-lista&quot;&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;esse-tipo-de-operacao-gera-imposto&quot;&gt;Esse tipo de operação gera imposto?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;&lt;p&gt;Sim, em geral, há incidência de ICMS sobre o serviço de transporte.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;esse-enquadramento-pode-ser-usado-por-industrias&quot;&gt;Esse enquadramento pode ser usado por indústrias?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;&lt;p&gt;Não, nesse caso, existem códigos específicos para estabelecimentos industriais.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;existe-versao-interestadual-desse-cfop&quot;&gt;Existe versão interestadual desse CFOP?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;&lt;p&gt;Sim, nesse cenário, utiliza-se o código &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop-2353-aquisicao-de-servico-de-transporte-por-estabelecimento-comercial/&quot;&gt;2353&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;quando-nao-devo-usar-esse-codigo-fiscal&quot;&gt;Quando não devo usar esse código fiscal?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;&lt;p&gt;Quando o frete estiver incluso no valor da mercadoria ou for contratado por terceiros.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;/div&gt;&lt;/section&gt;
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  <entry>
    <title>Rejeição 733: CFOP de operação interna e idDest diferente de 1</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/rejeicao-733-cfop-de-operacao-interna-e-iddest-diferente-de-1/</id>
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    <updated>2026-01-22T16:20:38-03:00</updated>
    <published>2025-11-13T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="Rejeições de notas fiscais"/>
    <summary type="text">Entenda a rejeição 733 da NF-e, saiba por que o CFOP interno entra em conflito com o idDest e veja como corrigir o erro corretamente.</summary>
    <content type="html">&lt;h2 id=&quot;o-que-e-a-rejeicao-733&quot;&gt;O que é a rejeição 733?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Rejeição 733 na NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) indica que o CFOP informado é de operação interna, porém o campo idDest está preenchido com um valor diferente de 1. Em outras palavras, existe uma inconsistência entre o tipo de operação e o destino da nota.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na prática, a SEFAZ identificou que:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;o CFOP indica uma operação dentro do mesmo estado,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;porém, o idDest informa que a operação é interestadual ou com o exterior.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Diante disso, o sistema rejeita a NF-e por incoerência fiscal.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;por-que-a-rejeicao-733-ocorre&quot;&gt;Por que a rejeição 733 ocorre?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A rejeição 733 ocorre porque a NF-e possui informações conflitantes sobre o destino da operação. Nesse contexto, o campo idDest define o tipo de operação conforme o local do destinatário:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt; – Operação interna&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt; – Operação interestadual&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt; – Operação com o exterior&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Assim, quando você utiliza um CFOP iniciado por 5 (operação interna), o idDest obrigatoriamente deve ser igual a 1. Caso contrário, a SEFAZ entende que o XML está incorreto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as situações mais comuns, esse erro ocorre por:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;cadastro incorreto do endereço do destinatário,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;estado do destinatário diferente do emitente,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;erro automático do sistema emissor ao definir o idDest,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;uso de CFOP interno em operação interestadual.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;causas-comuns-da-rejeicao-733&quot;&gt;Causas comuns da rejeição 733&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Em primeiro lugar&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;CFOP incompatível com o destino&lt;/strong&gt; é uma das principais causas.Isso acontece quando se utiliza CFOP de operação interna para destinatário localizado em outro estado.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Além disso&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;idDest preenchido incorretamente&lt;/strong&gt; gera &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/rejeicoes-da-nota-fiscal/&quot;&gt;rejeição&lt;/a&gt; quando está configurado como interestadual (2) ou exterior (3), mesmo em operações internas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Outro ponto relevante&lt;/strong&gt; é o &lt;strong&gt;erro no cadastro do cliente&lt;/strong&gt;, especialmente quando a UF do destinatário está registrada de forma incorreta.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Por fim&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;configuração automática do sistema emissor&lt;/strong&gt; pode definir o idDest com base no cadastro, criando conflito com o CFOP escolhido.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/12/carl-heyerdahl-KE0nC8-58MQ-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;rejeição 733&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1333&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;como-resolver-a-rejeicao-733&quot;&gt;Como resolver a rejeição 733?&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Para resolver a rejeição 733, é necessário alinhar o CFOP com o destino correto da operação.
De modo geral, o ajuste depende do cenário da nota fiscal.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Primeiramente, revise o cadastro do destinatário.
Confira o estado (UF) informado, pois ele deve ser o mesmo do emitente em operações internas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em seguida, verifique o CFOP utilizado.
Se a operação for interna, utilize CFOP iniciado por 5.
Se for interestadual, utilize CFOP iniciado por 6.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Na sequência, confira o campo idDest.
Para operações internas, o valor deve ser 1, sendo esse campo normalmente preenchido automaticamente pelo sistema.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Depois disso, ajuste a nota fiscal.
Após corrigir CFOP ou cadastro, gere novamente o XML e transmita a NF-e.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como etapa final, valide o XML antes do envio.
Essa conferência ajuda a identificar inconsistências fiscais e evita novas rejeições..&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 id=&quot;conclusao-sobre-a-rejeicao-733&quot;&gt;Conclusão sobre a rejeição 733&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em síntese, a Rejeição 733 ocorre por incompatibilidade entre o CFOP e o destino da operação. O erro não está no imposto, mas na classificação fiscal da nota.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na maioria dos casos, a solução envolve apenas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;corrigir o cadastro do cliente,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;ajustar o CFOP,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;ou alinhar o idDest corretamente.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Assim, ao manter os cadastros atualizados e revisar os dados antes do envio, você evita essa rejeição e garante a autorização da NF-e sem interrupções.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>CFOP 6923 - Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros, em venda à ordem</title>
    <id>https://blog.nfemais.com.br/cfop-6923-remessa-de-mercadoria-por-conta-e-ordem-de-terceiros-em-venda-a-ordem/</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="https://blog.nfemais.com.br/cfop-6923-remessa-de-mercadoria-por-conta-e-ordem-de-terceiros-em-venda-a-ordem/"/>
    <updated>2025-12-31T11:35:03-03:00</updated>
    <published>2025-11-11T10:00:00-03:00</published>
    <author>
      <name>Gabrielly Vizzotto Cruz</name>
    </author>
    <category term="CFOP"/>
    <summary type="text">CFOP 6923 trata da remessa de mercadorias em venda à ordem interestadual, com entrega direta ao cliente por conta de terceiros.</summary>
    <content type="html">&lt;h2 id=&quot;o-que-e-o-cfop-6923&quot;&gt;O que é o CFOP 6923&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;CFOP 6923: Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros, em venda à ordem&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 6923 classifica a remessa de mercadorias feita por conta e ordem de terceiros em operações de venda à ordem. Primeiramente, esse código registra a saída física da mercadoria do fornecedor diretamente para o cliente final. Ou seja, a empresa que envia o produto não realiza a venda para o destinatário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, o CFOP 6923 se aplica apenas a operações interestaduais, quando a mercadoria circula entre estados diferentes. Nesse tipo de operação, uma empresa vende, enquanto outra realiza a entrega conforme a instrução do adquirente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, o CFOP 6923 formaliza a movimentação de estoque em operações triangulares. Consequentemente, a empresa garante a documentação fiscal correta da circulação da mercadoria, mesmo sem vínculo comercial direto com o destinatário final.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;o-que-significa-o-cfop-6923&quot;&gt;O que significa o CFOP 6923&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Seguindo a lógica de decomposição do código, cada dígito do CFOP 6923 cumpre uma função específica. Primeiramente, o primeiro dígito indica o tipo e o alcance da operação. Em seguida, o segundo dígito identifica o grupo da movimentação. Finalmente, os dois últimos dígitos detalham a natureza exata da operação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso do CFOP 6923, temos:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;6&lt;/strong&gt;: Indica saída de mercadoria destinada a outro estado, caracterizando uma operação interestadual.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;9&lt;/strong&gt;: Representa o grupo de “Outras saídas de mercadorias ou prestações de serviços”.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;23&lt;/strong&gt;: Identifica a remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros em venda à ordem.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Assim, esse &lt;a href=&quot;https://blog.nfemais.com.br/cfop/&quot;&gt;CFOP&lt;/a&gt; identifica o envio direto da mercadoria do fornecedor ao cliente final, conforme determinação do comprador original.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quando-usar-o-6923&quot;&gt;Quando usar o 6923&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 6923 é utilizado quando ocorre uma venda à ordem interestadual. Nessa situação, o fornecedor envia a mercadoria diretamente ao destinatário indicado pelo adquirente, sem trânsito físico pelo estabelecimento do comprador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo assim, utilize esse código nas seguintes situações:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Primeiramente, quando uma empresa vende a mercadoria, mas não realiza a entrega;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em segundo lugar, quando o fornecedor remete o produto diretamente ao cliente final;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Por fim, quando a operação envolve empresas localizadas em estados diferentes.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Contudo, a empresa deve emitir corretamente todas as notas fiscais envolvidas na operação. Por outro lado, se a venda à ordem ocorrer dentro do mesmo estado, o CFOP adequado será o 5923.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/12/clay-banks-c2a0TydMlAs-unsplash.jpg-2000.webp&quot; alt=&quot;CFOP 6923&quot; width=&quot;2000&quot; height=&quot;1335&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=&quot;como-dar-entrada-no-6923&quot;&gt;Como dar entrada no 6923?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Primeiramente, o destinatário final da mercadoria deve registrar a entrada com o CFOP correspondente, geralmente o &lt;strong&gt;CFOP 2923&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em seguida, a empresa deve informar na nota fiscal que recebeu a mercadoria em uma operação de venda à ordem. Dessa forma, ela comprova que recebeu o produto diretamente do fornecedor, mesmo não sendo a compradora original.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, esse registro garante o controle correto do estoque e evita inconsistências fiscais perante a SEFAZ.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;qual-e-a-devolucao-do-6923&quot;&gt;Qual é a devolução do 6923?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A devolução de mercadoria remetida com o CFOP 6923 deve seguir a mesma natureza da operação original. Normalmente, a empresa utiliza o &lt;strong&gt;CFOP 2923&lt;/strong&gt; para devolver o produto ao remetente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse caso, a nota fiscal de devolução deve indicar que a operação está vinculada a uma venda à ordem. Assim, a empresa mantém a coerência fiscal e contábil da movimentação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;quem-pode-usar-o-6923&quot;&gt;Quem pode usar o 6923&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pode usar o CFOP 6923 qualquer empresa que participe de operações de venda à ordem interestaduais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alguns exemplos incluem:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Indústrias que vendem por meio de intermediários;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Distribuidoras que operam vendas triangulares;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Empresas que entregam mercadorias diretamente ao cliente final por ordem de terceiros.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Esse CFOP se aplica exclusivamente a operações em que o remetente não realiza a venda direta da mercadoria.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=&quot;cfop-6923-tem-substituicao-tributaria&quot;&gt;CFOP 6923 tem substituição tributária?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O CFOP 6923 pode envolver substituição tributária, conforme o tipo de mercadoria e a legislação estadual aplicável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo em vendas à ordem, o ICMS-ST pode ser exigido quando o produto integra um regime de substituição tributária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, antes de emitir a nota fiscal, confirme com o contador:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Se a mercadoria está sujeita ao ICMS-ST;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Quem deve recolher o imposto;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Se houve recolhimento em etapa anterior da operação.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://nfemais.com.br/?afl=11&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blog.nfemais.com.br/wp-content/uploads/2025/06/banner-nfemais.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;650&quot; height=&quot;250&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;section class=&quot;faq&quot;&gt;&lt;h2 id=&quot;duvidas-frequentes-sobre-o-cfop-6923&quot;&gt;Dúvidas frequentes sobre o CFOP 6923&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;faq-lista&quot;&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;secao-6923-gera-imposto&quot;&gt;6923 gera imposto?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;
&lt;p&gt;Sim. A operação pode gerar ICMS e, em alguns casos, ICMS-ST, conforme a mercadoria e a legislação estadual.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;posso-usar-o-cfop-6923-em-operacoes-internas&quot;&gt;Posso usar o CFOP 6923 em operações internas?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;
&lt;p&gt;Não. Para operações dentro do mesmo estado, o CFOP correto é o 5923.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;o-cfop-6923-e-usado-em-venda-direta-ao-consumidor-final&quot;&gt;O CFOP 6923 é usado em venda direta ao consumidor final?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;
&lt;p&gt;Não. Ele é utilizado em vendas à ordem, envolvendo pelo menos três partes: comprador, fornecedor e destinatário final.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;existe-versao-interna-do-cfop-6923&quot;&gt;Existe versão interna do CFOP 6923?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;
&lt;p&gt;Sim. O equivalente para operações internas é o CFOP 5923.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;details class=&quot;faq-item&quot; open=&quot;open&quot;&gt;&lt;summary&gt;&lt;h3 id=&quot;como-registrar-a-entrada-da-mercadoria-recebida-com-o-6923&quot;&gt;Como registrar a entrada da mercadoria recebida com o 6923?&lt;/h3&gt;&lt;/summary&gt;&lt;div class=&quot;faq-resposta&quot;&gt;
&lt;p&gt;Use o CFOP 2923 na nota de entrada, indicando que a mercadoria foi recebida em uma operação de venda à ordem.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/details&gt;&lt;/div&gt;&lt;/section&gt;
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